Policial Militar e Mãe: extraordinárias protetoras – Região Centro-Oeste

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Na Região Centro-Oeste Brasileira, encontram-se o Distrito Federal e os Estados de Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. No site GrupoEscolar, há muitas informações interessante sobre a região. Nela, habitam “cerca de 16 milhões” de pessoas, numa extensão de terra correspondente a “1612 km².“.  Contam, então, para si e suas respectivas comunidades e bens patrimoniais, com a proteção efetiva das Pms da Região Centro-Oeste, denominadas Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF); Polícia Militar de Goiás (PMGO); Polícia Militar do Mato Grosso (PMMT) e Polícia Militar do Mato Grosso do Sul (PMMS).

As Instituições Militares Estaduais destacadas a seguir, nas comemorações do Dia das Mães, homenagearam e evidenciaram as qualidades daquelas extraordinárias mulheres que são mães e policiais militares protetoras.

PMDF

Na Instituição Militar Estadual, a homenagem especial, neste Dia das Mães, considerou o tema “Sobre Ser Mãe”. Com isso, mediante as imagens e textos seguintes, foram evidenciados alguns papéis, depoimentos e opiniões sobre as atividades das policiais militares brasilienses. Acrescente-se, a isso, as homenagens a todas profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública que são mamães.

Arte: Caio Rabelo

Mãe, beleza, força, coragem e amor incondicional. Resplendor e luz que nasce do ventre e da essência dessa mulher. O amor vibra alto, nas afirmativas e nos erros, tentativas de acertos amorosos.
Mãe, que se emociona quando vê seu pequenino dançar em todas as apresentações escolares e que sente pulsar a vida a cada nova conquista. Mães, que se afligem ao perceber o serzinho amado ensaiar seus primeiros passos, temerosas de que possam cair. Mães, que se esforçam para deixá-los voar na medida que crescem e aprendem.

Mãe, detentora de dupla, tripla e até quádrupla jornada de trabalho, busca na fé as repostas que tangem os anseios e medos relacionados aos jovens filhos. Àqueles que ensinou a nadar. E é no mar das aventuras e desventuras que os jovens filhos iniciam a idade adulta. Mãe que torce para que vençam as correntezas. Em alguns momentos os protegem em demasia, em outros apenas os ensinam sobre as ondas e ainda assim deixa-os nadar, mesmo com o coração na mão, na imensidão do oceano.

Mães policiais, professoras, jornalistas, médicas, donas de casa, bombeiras e todas as mulheres semeadoras do bem, que todas as flores dos campos sejam suas. O amor Divino que irradia nos seres humanos é comparado ao amor de mãe, que acima das profissões e títulos, querem apenas ver os filhos crescerem felizes.

Confira o depoimento de algumas mães policiais militares e a relação com filhos e família: 

Soldado Alane, Centro de Comunicação Social

“Planejei e esperei muito a chegada do meu primeiro filho. A gravidez está sendo deliciosa. Estou curtindo cada momento, cada vez que ele meche, fico empolgada, é uma descoberta. Tudo é aprendizado, além de ser a realização de um sonho. Sempre quis ser mãe e está sendo diferente de tudo que já vivi. A jornada de trabalho que virá após o nascimento sei que será intensa, porém a PMDF vai me conceder a chance de ficar seis meses ao lado do bebê. Fico um pouco ansiosa de como será essa jornada de cuidar do bebê, marido, casa e trabalho.”

Soldado Dayane, Batalhão Ambiental 

“Para minha surpresa e alegria fui mãe na mesma época que me tornei policial, dois sonhos realizados juntos. Descobri a gravidez mais ou menos dois meses após o início do curso de formação e daí para frente os desafios só aumentavam para conseguir conciliar tudo com muita sabedoria e amor. A rotina da minha casa é bem intensa, gosto de deixar tudo pronto principalmente a comida deles que amo fazer, brincar e cantar com eles, levar para passear, ajudar a Diana nas atividades dela e conseguir ir trabalhar bem, mesmo sem muito tempo para dormir. Sempre antes de sair para o serviço eu amamento o Miguel e o deixo dormindo por algumas horas para não sentir tanto tempo a minha falta e depois levo a Diana para a escola. Sei que quando estou trabalhando, eles estão sob a proteção de Deus e aos cuidados do pai, Tiago é Militar do Corpo de Bombeiros.”
“Ela é uma guerreira e um orgulho para todos em tudo que faz desde antes da gravidez, no curso de formação, durante as gestações, nunca se enfraqueceu com nada sempre muito dedicada ao lar e ao serviço.” Tiago (Marido)
“Eu gosto muito da minha mamãe ser policial e fico feliz quando me arruma com a farda que ela me deu! Sinto muita saudade da mamãe quando ela vai embora para o quartel, ela sempre me abençoa antes de ir e fala que quando ficar de noite ela vai voltar; então eu, o Miguel e o papai fica esperando ela; quando escuto o portão abrir eu sei que é ela e vou correndo e grito: a mamãe chegou!”  Diana, 3 anos (filha)

Sargento Cyntia Prado, Colégio Militar Tiradentes

“Me sinto imensamente gratificada, importante para sociedade e realizada em todos os sentidos, pois são dois dons Divinos ser mãe e profissional da Segurança Pública”. 
“Nós vemos nossa mãe como uma verdadeira super heroína, uma mulher muito forte e esforçada. Para nós, ela é perfeita.” Larissa Prado, Lucas Prado e Rafael Prado (filhos). 
“Como marido me faltam palavras para elogiar essa grande mulher. São tantas qualidades que fica difícil citar todas e incorrer no risco de esquecer alguma. Uma excelente esposa, mãe, filha e uma profissional sem igual”.  Tavares Souza (marido).

Tenente Eunice, Centro de Comunicação Social 

“Como profissional policial militar feminina e mãe, carrego a sensibilidade no combate ao crime, conciliando as funções e obrigações, e pedindo a Deus que nunca me falte sabedoria e paciência”. 
“Sempre tive muito orgulho da minha mãe: uma mulher forte, batalhadora e guerreira, que teve que lutar muito para conquistar tudo e se tornar essa pessoa maravilhosa por dentro e por fora. Hoje, entendo o amor que sinto por ela, sobretudo, pelo fato de também ser mãe. Admiro sua profissão como policial, pois entendo melhor a sua importância para a sociedade”. Bárbara, 24 anos (filha).

 Sargento Íris Eliane Coelho, Comando de Policiamento Ambiental 

“A maternidade aumentou minha sensibilidade quando no atendimento de ocorrências que envolvam crianças, procuro sempre preservá-las e priorizar a ocorrência”

Sargento Luana, ROTAM

“Ser policial feminina é uma missão cheia de desafios, preconceitos e, de quebra, de paradigmas. Quando se é mãe, essa complexidade é dobrada. A cada passo dado, me vem a lembrança daquele pedacinho que ficou em casa todo sorridente. A mamãe ora para que sempre volte depois de cumprir o dever de proteger o cidadão diante de qualquer adversidade, até mesmo com o sacrifício da própria vida”. 
“Uma policial mulher como mãe traz questões que fortalecem a maternidade como resiliência, pois não se abatem fácil com os desafios da maternidade e autocontrole. No meu ver, as mães policiais trazem hábitos do militarismo que fortalece a educação e crescimento da criança. Temos muita sintonia.” 

Soldado Kirey, PATAMO

“A mulher trabalha mais que o dobro quando é mãe. A rotina é bastante puxada, mas é gratificante. Na minha casa é preciso se desdobrar entre as escalas de trabalho com a vida de ser mãe do Miguel, então nos momentos de folga que tenho, dedicado totalmente ao meu filho.”
“Eu sou policial militar e tenho admiração e orgulho de ter ela como esposa e companheira de profissão. Admiro ela pelo êxito na conciliação do serviço e o fato de ser mãe, pois não abre mão do seu amor, zelando por mim e pelo nosso filho.” soldado Dias Pinto (marido).

Cabo Rayana, Rotam

“Conciliar a maternidade com a atividade policial é uma das tarefas mais difíceis que uma mulher pode executar, pois de um lado a maternidade exige doçura e delicadeza de uma mãe, por outro lado a firmeza de uma guerreira. Saber quando exercer cada papel é a parte difícil.”

Sargento Danielle, Curso de Tiro e segurança do governador 

“Foi um desafio quando me deparei com casa, marido e filhos para cuidar. Antes eu podia investir e me dedicar mais profissionalmente. Hoje, as escolhas já são mais criteriosas. Enfim, acabo conseguindo gerenciar tudo para cumprir o papel de policial, esposa e mãe de dois filhos. Com ajuda do meu esposo, intercalamos os cuidados com os filhos para que o outro possa trabalhar. Hoje em dia tenho mais cautela nas decisões e mais disciplina.”
“Como trabalhamos na mesma profissão, acho muito bom poder compartilhar com minha esposa as coisas que acontecem no dia a dia. Minha esposa é uma mãe maravilhosa, carinhosa, atenciosa. Eu acho o máximo ser casado com uma policial militar”. Gilson Rodrigues (marido) 

PMMT

A Instituição Militar Estadual registrou no seu portal que as “Policiais militares compartilham o amor e orgulho da maternidade”. Com essa notícia, homenageou as mães — policiais militares sul-mato-grossenses —, mediante as imagens, textos e vídeo expostos a seguir:

A cabo Natalia com Ana Júlia, orgulho compartilhado por mãe e filha – Foto por: Álbum de família

Depois de um dia exaustivo de trabalho, de horas em rondas zelando pela segurança da população, muitas vezes atendendo casos de violência que gostariam que nenhum ser humano vivenciasse, elas, as mães policiais miliares, voltam para casa.
No lar, retomam a rotina da maternidade, uma maratona de tarefas que inclui o preparo do alimento, do banho, o auxílio nas atividades escolares e tantas responsabilidades impostas pela maternidade.
Neste Dia das Mães, como forma de homenagem, aqui estão duas histórias de mulheres que compartilham a maternidade e o trabalho policial, a cabo Natalia Aparecida Silva Antunes, 32 anos, e a tenente Késsia Adriane Ferraz Gasparotto, 26.
Lotada no 19º Batalhão de Polícia Militar de Tangará da Serra(246 km de Cuiabá), unidade do 7º Comando Regional, Natalia é a policial, cabo da PM, quando está nas ruas, atuando na segurança. Em casa, é a mãe da Ana Júlia, de 6 anos, e madrasta do Ryan, de 16 anos.
Para Ana Júlia, o fato de a mãe ser policial militar e as vezes ir fardada buscá-la na escola parecer ser um motivo a mais de orgulho. Ela fica vaidosa, mostra para as amigas e até brinca que também prende bandidos. E que nos eventos da PM, assim como dezenas de filhos de policiais, Ana Júlia também usa farda, que os pais mandaram fazer sob medida.       
Orgulhosa da filha e do enteado, Natália planeja aumentar a família. “Estamos tentando”, confidencia. Ela e o marido Wanderley de Almeida Leite, que também é policial militar, tentam manter uma rotina que garanta que um dos dois esteja de folga, em casa, no controle das atribuições domésticas e dos filhos, enquanto o outro cumpre escala de plantão no policiamento.
Quando a escala coincide, Natalia diz que a situação se complica. Aí o jeito é recorrer à família do marido, que é toda de Tangará da Serra, já que a dela vive em Goiás, precisamente na cidade de Aparecida de Goiânia.
Mais de 10 anos depois de ter saído de casa sozinha para fazer o concurso da PM de Mato Grosso, de trabalhar como policial em diversas cidades atendendo os mais diversos tipos de chamados, de casar e começar a convivência matrimonial com um enteado, ter a Ana Júlia e planos de aumentar a família, Natália faz sua própria análise: ”estou feliz, sou mãe, tenho a profissão que gostaria de ter, estou com pessoas que amo e onde gostaria de estar”.  
Em Cuiabá, a tenente Késsia, mãe do pequeno Antônio, de um ano e três meses, espera o segundo filho, o Mateus. Grávida de três meses, Késsia atualmente serve na Escola Superior de Formação e Aperfeiçoamento de Praças(Esfap).
Ela conta que ser policial era sua segunda escolha. Inicialmente queria fazer faculdade de Direito, mas a aprovação para o CFO (Curso de Formação de Oficiais) a deixou feliz. “Não me vejo em outra profissão, em outro lugar”, enfatiza.
O orgulho da profissão se mistura com o da maternidade, um sentimento que ela e o marido Everton Bespalez, também tenente da PMMT, expressam até nas vestes do Antônio. Desde recém-nascido também usa farda em eventos especiais da Polícia Militar.
Para a tenente Késsia, o retorno da população, o reconhecimento profissional e saber que pode fazer algo importante pelo outro, tudo isso a fazer orgulhar da carreira militar e ter a certeza de que apoiará os filhos se eles escolherem ser policiais. “Se o Antônio for policial vou ficar orgulhosa, muito contente”, completa, enquanto fita os olhos do filho.

A tenente Késsia, grávida do Mateus, paramentou o pequeno Antônio como policial militar(Foto: Athos/CCSMI-PM

PMMS

No portal da Instituição Militar Estadual, foi publicado que “Com a presença de policiais militares o Conselho Comunitário de Segurança Pública homenageia mães em Glória de Dourados”.

Em seguida, destacam-se as imagens e os textos publicados sobre a homenagem às mães:

Glória de Dourados (MS) – Na manhã desta sexta-feira (10.05), membros do Conselho Comunitário de Segurança Pública de Glória de Dourados – CCS realizaram ação social de entrega de rosas para senhoras do Lar do Idoso e do Hospital e Maternidade Nossa Senhora da Glória.

Contando com a presença de Policiais Militares, Policiais Civis, do Pároco da Igreja Nossa Senhora da Glória, Pe. José Luiz Tomio, e do Presidente do CCS, José Reni Vaz, a equipe se fez presente no Lar do Idoso para agradecer e parabenizar as idosas atendidas, bem como as profissionais que mantém esse trabalho tão caridoso e digno de admiração.

De acordo com o Subtenente PM Rios, membro do CCS, “o conselho visa não somente resolver questões de segurança pública do município de Glória de Dourados, mas também a promoção de conscientizações e ações sociais que mobilizem a sociedade gloriadouradense”.
Após a visita ao Lar do Idoso, os membros do Conselho Comunitário se dirigiram até o Hospital e Maternidade Nossa Senhora da Glória, com a finalidade de repetir o gesto para as profissionais de saúde que ali trabalham. Em continuidade ao trabalho, serão entregues panfletos com dicas de segurança e rosas na área central para as mulheres, em especial às mães, tendo em vista a grande circulação de pessoas no comércio local por conta do dia das mães.
Assessoria de Comunicação Social – 2ª CIA/14ºBPM/CPA1

Com as informações e imagens das fontes citadas anteriormente

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