Liberdade, Igualdade e Fraternidade: O Marco Político da Idade Moderna

Muitas pessoas associam o 14 de julho em França como a essência do Pensamento de Liberdade, da Igualdade e da Fraternidade. O associam também à ação do povo contra o poder e o têm como uma referência de Independência.

Mas Liberdade, de quem? O povo não era escravo, era o regime de servidão, sofria, passava fome, mas não era escravo, não estava sob o julgo de outro país, não sofria restrições de locomoções, podiam até servir a outro Senhorio, obviamente que após se desobrigar pecuniariamente daquele. Assim o é no mundo contemporâneo, alguns passam fome e outros não; uns sofrem com as questões sociais e outros não; para uns existem oportunidades e para outros não; uns aceitam ser usados pela ideologia e pelo poder e outros não; é o mundo é o livre-arbítrio.

Igualdade, com quem? O povo jamais será elevado ao patamar dos ricos, dos abastados, dos senhores do capital, como em qualquer ditadura, são os ricos, os abastados, os donos do capital que deveriam se tornar pobres, pois essa é a essência do pensamento socialista-comunista, a subordinação do cidadão ao Estado, com o pressuposto de que o livre-arbítrio causa prejuízo à coletividade, pois não sabendo discernir, tende a se apropriar do trabalho alheio, coisa que só o Estado pode fazer.

Fraternidade, em relação a quem? As Guildas já existiam, alguns mestres se associavam em fraternidades que defendiam seus interesses. O povo mantinha, dentro dos aspectos próprios do conhecimento em cada área as associações de interesses, intituladas Guildas, que surgem na idade média.

Se Liberdade, Igualdade e Fraternidade não atendem aos interesses do povo, atende aos interesses de quem? A resposta em França, é a mesma que se observa em qualquer período da história e em qualquer lugar do planeta Terra, atende aos interesses do Poder, seja político, econômico ou religioso.

Mas como atender aos interesses políticos, econômicos ou religiosos. A questão política é transparente, o argumento dos pensadores e retóricos franceses da época, é o direito natural, o direito que nasce com o homem: o direito à vida, o direito à liberdade e o direito à terra – como hipótese do trabalho e renda, ou mesmo o direito ao trabalho que lhe permita de forma digna sustentar a si e a sua família.

A questão religiosa em França, sobrevem da subordinação da igreja aos bispos e cardeais pertencentes às famílias nobres que se apropriavam dos recursos da igreja para interesses próprios e que deixava exposto o baixo clero.

A questão econômica é o cerne, talvez o cérebro, a orquestração e a apropriação dos poderes políticos e religiosos. Até então os bens necessários à produção da riqueza em França – pelos donos dos capitais – só poderiam ser comprados dos produtores franceses – os nobres, ou das colônias francesas – exploradas pelos nobres, o que redundava em custos mais altos do que os praticados no mercado internacional e subordinava os preços franceses aos preços ingleses com incapacidade de concorrência no mercado. Assim surge a necessidade de se ter Liberdade para comprar de quem oferecer um preço menor e não se subordinar ao poder régio que determinava a compra dos produtos com origem Francesa Continental ou Ultramarinas. Este é o primeiro tópico: Liberdade.

Mas para produzir os donos do capital precisavam de terras, que pertenciam ao Estado Real e que não se podia facilmente ascender. Os donos do capital vão exigir que o poder régio disponibilize terras para produção nas mesmas condições que se tributava o Alto Clero e a Realeza, conceito de Igualdade. Terras disponibilizadas à produção, tributação como se tributava a Realeza e o Alto Clero, demais benesses acolhidas pelo sistema de mão-de-obra conhecida como servidão. Em suma Igualdade, não com o povo, mas com o Poder. Explicitou-se o segundo tópico: Igualdade.

Associado aos conceitos de Liberdade e Igualdade, surge a consolidação do Poder Econômico, a Fraternidade, que se manifestava na capacidade de se reunir entre os iguais, os livres, os fraternos, onde a disciplina no mercado vai ser ditada pela Fraternidade, não a fraternidade do povo, mas a Fraternidade daqueles que dispõem do capital, do conhecimento e dos próprios que lhes pertencem – os irmãos, não o povo.

Uma composição trina: Liberdade, Igualdade e Fraternidade, uma composição típica de Ordens Filosóficas e Religiosas e que também se verificava nas Ordens Militares, uma essência ao pensamento e ao mandamento filantrópico: Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si próprio.

Obviamente que o Poder Régio não tinha interesse em atender aos ditames do Poder Econômico e assim agindo permite a cooptação das ideias e da retórica revolucionária dos pensadores franceses da época, pelo poder econômico, que se usa do povo para atender aos interesses Fraternos.

A questão histórica do movimento é amplamente descrita e assimilada como Liberdade, Igualdade e Fraternidade, como a base da Declaração dos Direitos do Homem, como o fim da Idade Média e o início da Idade Moderna. Atende claramente aos interesses das Ordens Filosóficas e Religiosas, sem se descuidar que também atende à Ordem Militar em França.

As consequências da chamada Revolução Francesa – Liberdade, Igualdade e Fraternidade – impôs duro golpe à Igreja Católica, seus bens foram confiscados pelo Estado e a atividade religiosa passou a ser subordinada ao Estado, como o é nas ditaduras comunistas. Também impôs duro golpe aos Mestres, pois as Guildas – os sindicatos da época – foram proibidas e extintas, como o é nas ditaduras comunistas. A classe media, a chamada Burguesia – os donos do Poder Econômico – que havia financiado a Revolução face a instabilidade própria dos regimes de excessão, busca na Ordem Militar uma alternativa para por fim ao regime de terror, pelo descontrole típico do poder que se instalou, para por em Marcha o 18 de Brumário, em novembro de 1799, com Napoleão Bonaparte.

A Igreja Católica, que tinha em Minas Gerais, uma Capitania da Coroa Portuguesa no Brasil, em andamento processo semelhante ao que se coligou em França, ao perceber que poderia incorrer nos mesmos prejuízos já apontados em terras francesas e em solidariedade ao Estado Português, que havia acolhido a Ordem Templária dos Cavaleiros de Cristo, criada pelo Papa João XXII e pelo Rei D Dinis, com o nome de Ordem de Cristo, em Santa Maria do Tomar, sacrifica os seus próprios religiosos que estavam inseridos no movimento e participa da chamada Derrama – a Inconfidência Mineira – cria-se a ideia de um traidor, para dar cunhos políticos, quando na verdade toda as informações já estavam com Ela, a Igreja Católica.

Há pessoas que vão dizer que naquele momento da história, propriamente a Revolução Francesa e a Derrama na Capitania das Minas Gerais, conhecida no Brasil como Inconfidência Mineira – cabendo aqui uma explicação: há de se ter em mente que historicamente o evento não vai ser tratado em conhecimentos internacionais pelo fato decorrente da condenação que determinava o apagamento dos registros relativos aos inconfidentes, ao salgamento das suas terras e moradas e a desconsideração de suas existências por várias gerações – surgira um cisma entre a Ordem Religiosa e a Ordem Filosófica Maçonaria – os donos do Poder Econômico. Isto é a Liberdade do pensamento, da capacidade de compreender que a verdade pertence aos iguais e que a sua essência não é dada a Conhecer a quem da Ordem não se permite fazer.

Há pessoas que vão dizer que antagonicamente ao liberalismo do Poder Econômico o Poder Religioso vai construir uma alternativa filosófica e de fácil entendimento do ponto de vista referencial-teórico para justificar a busca de melhores salários e fazer ver ao cidadão que o Poder Econômico se apropria do seu trabalho e o vai entregar a Karl Marx para o publicar. Obviamente que existem argumentos que pressupõem isso, haja vista: que a obra tem elementos de moral e valor, condutas não compatíveis com Karl Marx, um ateu que vivia de favores; e que a essência já havia sido descrita por um Frei Franciscano nos finais do século XV, o sistema de partilhas dobradas. Isto também é a Liberdade do pensamento. A verdade divulgada sobre isso é a Encíclica Papal que vai condenar o Comunismo: que se manifesta como a apropriação ideológica do socialismo.

Por que seria o Comunismo a apropriação ideológica do Socialismo? A resposta é geográfica, basta ver no planeta Terra: Cuba e os Países Nórdicos, enquanto Cuba é a apropriação ideológica do Socialismo pelo comunismo – uma ditadura – ou seja apropriação do homem pelo Estado – conceito de igualdade do pensamento político da Revolução Francesa, verifica-se que nos Países Nórdicos há a aplicação do socialismo pela democracia, onde a força de trabalho compra o seu consumo – uma social-democracia, conceito de equidade. Isto que se verifica nos Países Nórdicos é Igualdade em oportunidades, em acesso aos produtos e serviços fornecidos pelo Estado, na liberdade de expressão das ideias, ao valor dos conceitos de moral e ética, ao homem pelo homem, ao livre arbítrio, próprio da criatura, a partir do seu Criador. A Social-Democracia, ao contrário do Comunismo, não subordina a vontade do homem perante o Estado, mas subordina a ação do Estado às necessidades do homem.

Para finalizar, a Fraternidade é elemento que se encontra no somatório de duas outras variáveis, primeira é a Liberdade de expressar a sua opinião, ser respeitado por ela e construir pontes para que outros conceitos sejam aceites como a melhoria de uma opinião, anteriormente expressa e que por com consequência leva ao Homem melhor e a segunda é a Igualdade de buscar o melhor, não de se contentar no que o Estado pode oferecer, mas sempre se igualar ao melhor, reivindicar o melhor, olhar para cima e não que, pela sua incapacidade de melhorar, querer que os outros desçam ao seu nível. A Fraternidade é a essência do Livre Arbítrio, é permitir que o outro erre, mas que assuma os seus erros e tenha a oportunidade de corrigi-los, pela sua capacidade de construir um argumento que seja compatível com os demais membros da sua coletividade.

Lembrando da essência do pensamento de Thomas Hobbes: “o indivíduo tem como regra de valor ver as virtudes de si próprio bem de perto e as do outro bem ao longe ao passo que vê os seus próprios erros bem ao longe e os dos outros bem de perto” faço um contraponto à obra O Homem no Espelho, de Dale Wimbrow: “o seu último salário será de dores e lágrimas, se enganou o homem que o fita no espelho”. Assim, se manifesta a minha explanação, a compreensão do mundo e a sua importância nele, depende apenas de você.

Abraços,
Carlos Alberto da Silva

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Homem-Estado ou o Estado-Homem

Braga – Capital do Minho, 5 de julho de 2018

Meu amigo, boa tarde!

Ao me deparar com o seu questionamento sobre o Homem-Estado ou o Estado-Homem, aquele ser que é o Estado, mas que também é o Homem, particularmente, eu prefiro a expressão Homem-Estado, pois a criatura precede o sistema legal, assim dizem os filósofos, os sociólogos e os antropólogos, obviamente, assim dizem as ordens filosóficas e as religiosas e no fundamental das citadas ordens de serviço, aquilo que as caracteriza: o Amor precede e, precedendo, a Criação recebe o Conhecimento que permite criar o Estado.

O Estado é um conjunto de valores que tem início com as Cidades-Estados dos chamados “Volken Deutsche” os “Povos Alemães” no segundo quartel do século XVII, cujas funções eram: Legislar; Judicar; Tributar – aí incluído cunhar moedas; Relações Internacionais; Defesa Externa e Defesa Interna, aquilo que no final do século XX, muito se falou, na essência, um Estado Mínimo.

O Homem-Estado, difere do homem que serve ao Estado, o Homem-Estado é o homem cuja ação ou omissão a culpa não se separa em Homem ou em Estado, ele o Homem, é o Estado e portanto o Estado se obriga pelas suas ações ou omissões, com consequentes possibilidades de ações de regresso. Já o homem que serve ao Estado, sua ação ou omissão não afeta o Estado, pois, a sua função pública pode ser exercida pela iniciativa privada, ou seja, não guarda um conhecimento vulnerável ao Estado, ao passo que o Homem-Estado exerce uma função pública que só se exercita no Estado, pelo Estado e para o Estado.

Essas diferenças, permitem, com muita facilidade compreender uma distinção que nos parece pouco perceptível, pela grande maioria dos homens, principalmente do Homem-Estado, enquanto o Homem-Estado, para resguardar os seus direitos se associa em entidades que buscam a manutenção e construção de novos direitos para as suas classes, focando única e exclusivamente nos pontos de interesses das classes e não dos demais não-associados, o homem que serve ao Estado, se associa em entidades que atendem ao interesse do Estado e dos meios de produção pois a sua força-de-trabalho é abundante, de baixo custo de formação, transitória, especulativa, manipulável e principalmente, subordinada às regras do mercado, ou seja muita mão-de-obra com consequente baixa remuneração.

Quando tratamos do Homem-Estado, geralmente falamos de associações, tais como Associação dos Magistrados Brasileiros; Associação Nacional dos Membros do Ministério Público; Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil; Associação Nacional dos Delegados de Polícia; Associação Nacional das Entidades Representativas dos Militares Estaduais; Círculo Militar; Clube dos Oficiais; Associação dos Oficiais; Associação dos Praças, em suma, são entidades cujo convívio está restrito aos profissionais que têm um nível de conhecimento que interessa ao Estado, que só pode ser utilizado pelo Estado e que atende aos princípios da Defesa do Estado de Direito e não aos interesses do homem que serve ao Estado.

Os chamados Homem-Estado, têm a obrigação de defender aquilo que construíram às custas do sacrifício da própria vida, devem sobretudo saber que os seus direitos atendem ao conjunto de obrigações diferenciadas, essenciais à sociedade, ao direito e à nação, não é lícito ao Homem-Estado ser usado para atacar outros que fazem parte do conceito de Homem-Estado, pois desacredita a ambos e enfraquece, principalmente, a sua capacidade de construir e manter os seus direitos.

O homem que serve ao Estado, geralmente se associa em Sindicatos, com interesses difusos e com alta probabilidade de cooptação pelo poder econômico, as suas funções, apesar de serem públicas, são piores remuneradas, permitem a desconsideração pelas classes sociais que têm influência política, não sendo portanto suportadas por elas, pois em muitas situações se prestam ao jogo ideológico com consequências negativas para si próprias.

O homem que serve ao Estado do ponto de vista econômico atende e se permite ser usado para a desoneração do Estado, aceita o argumento de que não se pode conceder reajuste pois só assim as classes melhores remuneradas não terão ganhos; aceita o argumento do parcelamento dos salários pois acredita que impactua nas classes melhores remuneradas – mas se esquece que as classes melhores remuneradas tem reservas para os imprevistos; aceita o argumento que os atrasos e incumprimentos por parte do Estado foram provocados pela herança das gestões anteriores.

O Homem-Estado é uma função pública que pertence à Instituição Estado, sendo uma função prevista em Lei, com prazos de duração: tempo de serviço; idade limite; tempo máximo no exercício da função; dentre outras que a Lei explicita. O Homem-Estado deve e se obriga a saber que enquanto ocupa a função, a exerce em cumprimento ao ordenamento legal, mas que sendo transitório o exercício da função, deverá proceder de forma a garantir a manutenção e a construção de novos direitos, não aceitando que direitos anteriormente construídos sejam destruídos por inação ou omissão perante à postura de um Governante.

O Homem-Estado sabe que o cargo do Governante é efêmero e temporário, a função do Homem-Estado é real e permanente; o Homem-Estado age pensando nas suas futuras necessidades de vida, o Governante age pensando na sua sobrevivência política; o Homem-Estado tem a responsabilidade com os valores, as virtudes e a Pátria, enquanto o Governante tem a responsabilidade com o seu partido e com os seus aliados; o Homem-Estado passará grande parte da sua vida sendo atacado pelas suas chamadas benesses de classes, enquanto o Governante construirá pontes para que o Homem-Estado seja ridicularizado; o Homem-Estado deve se preocupar com a sua higidez, pois o seu corpo é a sua essência enquanto o Governante fará tudo para que o seu sistema de benesses, principalmente no campo da saúde, caia na vala comum do (des)serviço público de saúde.

O Homem-Estado deve buscar a manutenção das suas benesses no campo da saúde, da educação, da formação em valores morais, sociais e éticos, lembrando que a desconstrução de direitos é um caminho sem volta.

O Homem-Estado que se permite nivelar ao homem que serve ao Estado, não merece os direitos que tem e provavelmente construirá pontes para que a cada dia sejam desconstruídos outros direitos, até que ao final, perceberá que deixou de ser o Estado e passou a ser um homem que serve ao Estado, permitiu ser tratado como um servidor qualquer.

A este texto, permita-me intitulá-lo como: “O Homem-Estado e o homem que serve ao Estado: O Conceito da Classe”

Abraços,

Carlos Alberto da Silva, Maj PM

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Forças de segurança mineiras e a Operação “O Regresso”

Informações divulgadas, no portal da Polícia Militar do Estado de Minas Gerais (PMMG), apontam resultados bem-sucedidos alcançados pelos profissionais das Forças de segurança mineiras e a Operação “O Regresso”.

A Operação “O Regresso” consolido, certamente, uma série de ações específicas dos profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública e polícia judiciária com a indispensável participação dos membros do Ministério Público Estadual.

Prática de atuação integrada de proteção, iniciada nos últimos anos do século passado, tornou-se comum, neste Século XXI, contando com apoio dos membros das instituições de proteção dos cidadãos e das comunidades.

De lá pra cá, tais práticas têm ocorrido em várias unidades da federação brasileira, a exemplo do que se viu, nos últimos dias 28 e 29 de junho, na postagem publicada no portal da Polícia Militar do Estado de Santa Catarina (PMSC), cujas fotos são destacadas acima e o texto transcrito a seguir:

Nos dias 28 e 29 de junho foi desencadeada a “Operação Fronteira Integrada I” nos municípios da linha de Fronteira do Estado. A operação, Coordenada pela Secretaria de Segurança Pública de Santa Catarina (SSP) em sintonia com a Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP), envolveu as Polícias Militar e Civil, Corpo de Bombeiros, Departamento de Administração Prisional (DEAP), além de outros órgãos de fiscalização do Estado, como as Secretarias da Agricultura, Fazenda e Justiça e Cidadania.
Participaram também a Polícia Federal e a Receita Federal que prestaram apoio em razão da possibilidade de constatação de delitos transfronteiriços.

O objetivo da operação é o enfrentamento de delitos, em especial, os típicos de fronteira, como o contrabando, o descaminho e o tráfico de armas e drogas. As ações foram coordenadas a partir do Centro de Comando e Controle Integrado (CICC) instalado no município de Dionísio Cerqueira e que permaneceu em contato direto com o Centro de Comando e Controle Nacional em Brasília que coordenou as ações nos onze estados brasileiros que possuem fronteira com outros países.

A operação contou também, de maneira integrada, com o apoio das Polícias do Paraná e com a Polícia da Província de Misiones, na República Argentina, que realizou simultaneamente uma grande operação policial nos mesmos moldes da realizada no Brasil.
As ações variaram entre barreiras nas principais vias da região, vistoria em estabelecimentos comerciais, vistorias em Unidades Prisionais e cumprimento de Mandados de Busca e Apreensão e Prisão que foram executados em toda a Região.

A operação foi visitada pelo secretário de segurança pública, Alceu de oliveira Pinto Junior, acompanhado pelo comandante geral da Polícia Militar, coronel PM Carlos Alberto de Araujo Gomes Junior que estiveram no CICC e tiveram a oportunidade de verificar a realização dos trabalhos e avaliar os resultados obtidos.

Os resultados das ações das Forças de segurança mineiras e a Operação “O Regresso” encontram-se no seguinte vídeo:

De modo semelhante, transcreve-se, em seguida, a postagem publicada no portal da PMMG:

Uma megaoperação entre as Polícias Militar e Civil e o Ministério Público foi realizada na madrugada dessa terça-feira (03.07) em todas as regiões de Minas para cumprir diversos mandados de prisão que tiveram como alvos indivíduos contumazes em crimes violentos. Esta é mais uma fase da operação denominada “O Regresso” que vem sendo realizada de forma integrada pelas instituições há cerca de três meses e que já prendeu 170 pessoas no Estado. Centenas de policiais militares e civis, dezenas de viaturas e aeronaves das duas instituições foram utilizadas na operação.

“Em Minas é costume que as forças de segurança trabalhem de forma articulada. Há alguns meses, nos reunimos para a identificação dos alvos para esta operação. Foram selecionadas pessoas que tinham mandados de prisão expedidos pela Justiça e outros que representavam grande impacto na segurança pública, sobretudo por crimes violentos como homicídios, roubos, explosões a caixas eletrônicos, latrocínios e trafico de drogas”, destacou o Promotor de Justiça e Coordenador Criminal do MP, Henrique Nogueira Macedo.

De acordo com o Superintendente de Investigação e Polícia Judiciária da PCMG, Delegado-Geral Carlos Capristrano, os 170 alvos que foram presos na ação foram selecionados pelo serviço de inteligência da Polícia Civil, Ministério Público e da Polícia Militar. “Todas as prisões são importantes por serem alvos que realmente atingiam a criminalidade em Minas Gerais. A partir dessas prisões, iremos realizar uma investigação criminal minuciosa, através do cruzamento de informações dos serviços de inteligência, para verificarmos a ligação dos alvos com as organizações criminosas”, destacou.

Para o Porta-voz da PMMG, Major Flávio Santiago, a retirada desses criminosos de circulação refletirá no aumento expressivo da redução criminal em Minas. “São indivíduos que articulam o crime e, de alguma forma, empoderam outras pessoas a cometerem delitos. Além disso, é uma propaganda para que outros infratores entendam que em Minas Gerais não há espaço para o cometimento do crime”, finalizou.

A operação “O Regresso” continua em todo o Estado por tempo indeterminado e novos alvos já estão sendo monitorados pelas Instituições.

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Com as informações da PMMG

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Apreensão de 219 kg de drogas e prisão de um homem em Iturama-MG

Uma postagem publicada, no portal da Polícia Militar do Estado de Minas Gerais (PMMG), informa a apreensão de 219 kg de drogas e prisão de um homem em Iturama-MG.

As ações bem-sucedidas de polícia ostensiva e preservação da ordem pública foram desenvolvidas “na madrugada desta quarta-feira(27), na rodovia MGC 497 km 225”, no município “de Iturama, no Triângulo Mineiro”, quando os policiais militares “do 4º Pelotão de Polícia Militar Rodoviária e da 3ª Companhia PM independente” realizavam “uma operação conjunta” naquela localidade.

Seguiram-se após a ordem de parada e estacionamento ao condutor de “um veículo com placa da cidade de Três Fronteiras, no Mato Grosso do Sul”. Na conseguente abordagem feita, o motorista mostrou-se irrequieto, indicando alguma suspeição e que foi comprovada após minuciosa vistoria realizada pelos policiais militares.

Naquele veículo, encontravam-se 219 tabletes de maconha, em quatro compartimentos, vários tabletes de maconha escondidos” e “um porco no porta-malas do veículo”. Na avaliação dos policiais militares, a permanência do suíno naquele veículo seria uma “tentativa de disfarçar o odor da droga.”

Dialogando com o condutor do veículo, os policiais militares souberam, também, a rota do tráfico da droga iniciou o Estado do Mato Grosso do Sul e o destino seria o município de Uberaba, no Triângulo Mineiro.

O encerramento da ocorrência policial militar, com a apreensão de 219 kg de drogas e prisão de um homem em Iturama-MG, aconteceu na Delegacia de Polícia Judiciária, aonde foi conduzido o agente criminoso, preso por tráfico de substâncias entorpecentes, e entregue o material apreendido.

apreensao-de-219-kg-de-drogas-e-prisao-de-um-homem-em-iturama-mg
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Com as informações da PMMG

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Não permita que a retórica neossocialista influencie a sua fé: policies.


Minha amada prima, bom dia!

Sei que posso estar sendo rude com você, em relação aos comentários que faço.
Em momento algum são dirigidos a você, pois você é parte de mim e eu parte de você, muito do que te criou materialmente, também, me criou, mas sobretudo n’Aquele que é o Criador, está o meu pertencimento e em Maria a minha consagração.

Aquele que é a Luz, a Verdade e o Caminho nunca substituiu o trabalho pelo pão, Ele deu a vara e nos ensinou a pescar, Ele nunca disse que deveríamos esperar, ao contrário, disse que o caminho era difícil e que o trabalho era necessário, a partir das ideias d’Ele de que devemos dar a vara para pescar e não o produto dela: o peixe, o Império Romano adota a Religião Católica como a religião oficial do império, acaba o pão e o circo e todos vão dar sentido aos ensinamentos de oração e ação: crer no Senhor, trabalhar a terra e esperar que os frutos recompensam o suor do rosto humano, como a fé, a esperança e a caridade.

Assim, sempre fui criado, assim nossos pais nos criaram, assim nossos ascendentes foram criados, assim Deus nos orienta e mesmo Ele, que é o Senhor do tempo, em nenhuma passagem bíblica, afirmou como seria o futuro, sempre afirmava em resposta: lute o que acontecerá será decorrente da sua fé, da sua caridade e da sua esperança e em muitas batalhas o crente regressava a Deus.

O regresso a Deus é parte da fé, é parte do trabalho, seu Filho-Deus Jesus, combateu o bom combate e foi vencido pela cegueira do homem, morrendo na cruz, nos deu a vida eterna, mas cumpriu a sua sina, trabalhou as obras do Pai que estava no céu, não sentou, não esperou, não reclamou, não montou um movimento social para locupletar, não fundou um Sindicato e no julgamento final o povo não clamou por Ele.

O povo clamou pelo ladrão, os religiosos da época levaram o povo a clamar pelo ladrão, o povo clamou por Barrabás, o ladrão, o homicida, o mal-feitor. Cristo Jesus era o honesto, o digno, o trabalhador.

Infelizmente, hoje, tal qual naquele tempo, exatamente assim começam as proclamações, naquele tempo e como hoje os religiosos da Igreja Católica Apostólica Romana – ICAR, estão conduzindo seus rebanhos à defesa do ladrão, como fizeram no julgamento de Cristo, não defendem quem trabalha, quem conquistou, quem produz, quem honrou, mas quem mentiu, quem se apropria das coisas alheias, quem espera por preguiça e por ideologia e não quem procura ir ao encontro da justiça como batizado: sacerdote, profeta e rei.

Minha prima, a Igreja Católica dos meus antepassados é a Igreja da defesa dos mais fracos e não dos desonestos, dos doentes de caráter, dos preguiçosos, dos apropriadores das coisas alheias, seja pública ou privada.
A Igreja Católica de minha mãe, meu pai, o seu pai meu tio e a sua mãe minha tia; e de nossos antepassados no cumprimento a Ordem de Cristo a partir da Diocese do Novo Mundo em Santa Maria do Tomar, defendia as verdades trinas e não os desvios da fé ou mesmo o seu mal uso.

O socialismo que subordina a vontade de homem à vontade do Estado a essência do comunismo, já foi condenado por uma encíclica Papal e talvez estejamos precisando de uma Bula Papal, para que o remédio seja eficaz na cura dos desvios dos membros da Igreja Católica no Brasil, Ela não pode continuar a ser vítima desse pastoreio que a entrega ao sentimento de despertencimento ao caráter.

Os homens fazem parte do pó e a ele retornaram a ICAR é uma instituição, é eterna, como o é o seu criador Cristo Jesus, seus Santos, seus Anjos e o seu rebanho imaculado, que contaram com nossos pais e nossa origem em Braga a cidade dos Arcebispos, a cidade dos Sinos, a Roma Portuguesa.

Te amo minha prima, como amo a todos que me respeitam, que fazem parte da minha ascendência, da minha descendência, da minha colateralidade parental e dos verdadeiros amigos que me consomem as orações.
Em Nossa Senhora minha mãe, clamo a Jesus meu salvador, pelas graças de Deus, que o Espírito Santo nos alcance e faça-se em nós as maravilhas do Deus Trino. Ele é conosco.

Bom dia!

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Polícia Militar de Minas Gerais qualificou novos gestores estratégicos

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Com as informações destacadas no vídeo acima, e de acordo com a programação da política de educação profissional , conforme publicado anteriormente neste Pontopm, desde a última sexta-feira (15), a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) qualificou novos gestores estratégicos, com o encerramento do Curso de Gestão Estratégica de Segurança Pública (CEGESP).

Realizado por 18 Tenentes-Coronéis e 12 Majores, da  e da Polícia Militar do Estado do Maranhão, o “CEGESP, realizado pela Academia da Polícia Militar, por meio do Centro de Pesquisa e Pós-graduação (CPP), em parceria com a Fundação João Pinheiro”, e, durante “quase um ano”, objetivou “aprimorar o conhecimento dos oficiais superiores nos campos da gestão pública e administrativa”, além de constituir-se num requisito ao coronelato, que é o último posto dos oficiais policiais militares brasileiros.

Durante o CEGESP, os oficiais alunos cumpriram uma jornada “de 300 horas-aula, divididas entre teóricas e práticas, onde os Oficiais receberam ensinamentos modernos acerca do emprego correto da atividade de gerenciamento público para que possam exercer uma gestão no alto-comando da instituição”, destacou o Comandante da Academia da PMMG, Coronel Márcio Flávio de Moura Linhares.

A solenidade de formatura “aconteceu no auditório JK na Cidade Administrativa” e foi prestigiada pelos comandantes da corporação, autoridades e familiares dos formandos”.

Na postagem publicada no portal da PMMG, encontram-se, também, os seguintes destaques:

[…]
Primeira colocada no curso, a Chefe do Estado-Maior do Comando de Policiamento da Capital (CPC), Tenente-Coronel Kerley da Silva Almeida, recebeu a medalha de mérito intelectual, Capitão João Guimarães Rosa. “A classificação em primeiro lugar é um motivo de grande satisfação e surpresa. O CEGESP foi uma experiência interessante de superação e companheirismo, visto que os alunos demonstraram um grande espírito de corpo durante o desenvolvimento das diversas atividades acadêmicas. Somos todos vitoriosos”, disse.

Além dos Oficiais da Polícia Militar de Minas, o CEGESP 2018 teve também como aluno o Major Marcos Antônio Santos, Chefe da Seção Administrativa do Comando de Policiamento do Interior da Polícia Militar do Maranhão. Para o Major, a conclusão do curso é uma coroação de meses de uma jornada de apredizagem e desafios. “É muito gratificante poder fazer de um curso em uma instituição renomada como a Polícia Militar de Minas Gerais, uma corporação de vanguarda. A troca de experiências com os Oficiais de Minas é salutar para a nossa instituição”, destacou.

Escolhido como paraninfo da turma, o Comandante-geral do Corpo de Bombeiros, Coronel Cláudio Roberto de Souza, disse ter ficado emocionado com o convite. “Só tenho a agradecer. Ser paraninfo desta turma ratifica a parceria do Corpo de Bombeiros Militar com a PMMG”, ressaltou. Para o Coronel, o curso de Especialização em Gestão é uma oportunidade dos militares renovarem as suas habilidades e adquirirem outras para a condução da Polícia Militar de hoje e do futuro.

O Comandante-Geral da Polícia Militar de Minas Gerais, Coronel Helbert Figueiró de Lourdes, encerrou a solenidade parabenizando os formandos e reforçando a importância do Oficial do nível estratégico ter uma visão completa da instituição, além de convocá-los para que sejam semeadores das boas práticas bem como tenham coragem para enfrentar os desafios da Polícia Militar mineira.

Polícia Militar de Minas Gerais, 243 anos cultivando valores para melhor proteger você.

 Oficiais Militares concluem curso de Gestão Estratégica de Segurança Pública  Oficiais Militares concluem curso de Gestão Estratégica de Segurança Pública
 Oficiais Militares concluem curso de Gestão Estratégica de Segurança Pública  Oficiais Militares concluem curso de Gestão Estratégica de Segurança Pública

Oficiais Militares concluem curso de Gestão Estratégica de Segurança Pública

Com as informações da PMMG

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Na proteção de escolares: “A Incrível Guardiã e a Terra dos Sonhos”

Na proteção de escolares: “A Incrível Guardiã e a Terra dos Sonhos” é o resultado de uma ação integrada de proteção e fruto de uma iniciativa dos profissionais da Polícia Militar do Estado de Santa Catarina (PMSC) e da Guarda Municipal de São José (GMSJ).

Com propósitos estratégicos semelhantes ao PROERD, o programa Rede de Segurança Escolar, mediante o teatro “A Incrível Guardiã e a Terra dos Sonhos” integrará visando a proteção de jovens estudantes e contará com a participação dos policiais militares do 7º Batalhão de Polícia Militar (BPM) e dos guardas municipais da Guarda Municipal de São José (GMSJ)”.

Apresentado na tarde da última quinta-feira (14), “no Centro Educacional Maria Montessori, Bairro Campinas, em São José”, o teatro teve interessante foco na proteção de escolares: “A Incrível Guardiã e a Terra dos Sonhos”. Foi apresentado, “em dois atos e abordava temas de relevância social como a convivência respeitosa, o meio ambiente e a segurança no trânsito”, para uma plateia de 75 “alunos do 1º ao 5º ano”, do Ensino Fundamental e respectivos professores e diretores.

No elenco de na proteção de escolares: “A Incrível Guardiã e a Terra dos Sonhos”, participaram “a guarda municipal Daiane Guedes e os policiais integrantes da Patrulha Escolar, cabo Tiago Maciel de Miranda e do soldado Daniel Vieira” que, durante a apresentação, interagiram com as pessoas da platéia.

Ao evento sociocultural e educativo, compareceram “o subcomandante da Guarda Municipal de São José (GMSJ), Diego Molina, e a conselheira de segurança municipal Gilmara Bastos, ambos apoiadores do programa Rede de Segurança Escolar.”

Com propósitos estratégicos semelhantes ao PROERD, o programa Rede de Segurança Escolar, mediante o teatro “A Incrível Guardiã e a Terra dos Sonhos” integrará visando a proteção de jovens estudantes e contará com a participação dos policiais militares do 7º Batalhão de Polícia Militar (BPM) e dos guardas municipais da Guarda Municipal de São José (GMSJ)”.

Leia mais informações, sobre a temática na proteção de escolares: “A Incrível Guardiã e a Terra dos Sonhos”, na postagem publicada no portal da PMSC e descrita a seguir:

[…]
Outras 19 escolas já manifestaram o interesse na realização da peça e o projeto pretende contemplar todas as interessadas até o final do ano.

“A escola é uma das primeiras instituições que proporciona às crianças e adolescentes experimentarem a vida em sociedade para além da família, podendo escolher suas próprias amizades, desenvolver seus interesses e formular seus primeiros projetos para o futuro. Ela é um verdadeiro laboratório de aprendizagens significativas para a cidadania. ”

Este tipo de atividade está prevista pelo programa Rede de Segurança Escolar e busca fortalecer vínculos junto à comunidade escolar, prestar serviços com base em estratégias de prevenção e a participação em atividades que fomentem a interação comunitária na cultura e no ensino.

O objetivo do projeto é orientar alunos quanto a medidas comportamentais preventivas, identificação de problemas de segurança pública e preparação para o exercício da cidadania através da conscientização acerca de questões de relevância social.

Com as informações da PMSC

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Novos policiais militares e mais proteção às cidades mineiras

Comprometida com o papel de polícia ostensiva e preservação da ordem pública, no contexto da segurança pública, a Polícia Militar do Estado de Minas Gerais (PMMG) cumpre seu ingente papel, com a formatura de novos policiais militares e mais proteção às cidades mineiras circunscritas aos comandos das 5ª, 7ª, 12ª e 14ª Regiões de Polícia Militar (RPM).

Nesse sentido, reforça-se o lema “Polícia Militar de Minas Gerais, 243 anos cultivando valores para melhor proteger você”. De igual modo, com as formaturas realizadas e programada para este 15 de junho de 2018, respectivamente, nos municípios de Uberaba (5ª RPM), Divinópolis (7ª RPM), Ipatinga (12ª RPM ) e Curvelo (14ª RPM), a Instituição Militar Estadual (IME) amplia sua capacidade operativa com novos policiais militares e mais proteção às cidades mineiras.

Resultante dos esforços programados, os policiais militares participaram do “Curso Formação de Soldados da PMMG/2018”, durante “sete meses”, sob o comando e orientação pedagógica das “Companhias Escola dos batalhões” de cada uma daquelas RPM. Cumpriram significativa jornada estabelecida na “matriz curricular”, elaborada nos “eixos legal, técnico e ético da profissão policial-militar”, cumprindo “carga-horária de estágios operacionais que enfatizaram a qualificação dentro do modelo de Segurança Pública do Estado de Minas Gerais.”

A expectativa é a de que, com os Novos policiais militares e mais proteção às cidades mineiras, os cidadãos e as respectivas comunidades sejam destinatárias “de ações e operações policiais militares”, desenvolvidas com profissionalismo e competência, segundo “os princípios dos Direitos Humanos e os pressupostos da Polícia Comunitária”.

Com as novas formaturas, a PMMG amplia seu “efetivo aproximado de 43 mil homens e mulheres, e uma frota de dez mil viaturas, além de onze aeronaves”, e os seus membros estão orgulhosos, pois a IME “é o único órgão do Estado presente em todos os 853 municípios mineiros.”

Na 7ª RPM, novos policiais militares e mais proteção às cidades mineiras

Na postagem publicada no portal da PMMG, destacou-se que:

A 7ª RPM seguiu com as solenidades ainda na manhã desta sexta-feira, no 23º BPM, em Divinópolis, onde foram formados 68 soldados, os quais foram designados para reforçar o efetivo de 28 municípios da região. O Chefe da Assessoria Militar do Tribunal de Justiça do Estado, Coronel PM Robson José de Queiroz, foi o nome escolhido para apadrinhar a turma. O curso que teve início no dia 1º de novembro de 2017, foi acompanhado de perto pelo Comando Regional e contou com um corpo docente altamente qualificado, que contribuiu para a formação dos novos Soldados, com destaque para o trabalho desenvolvido pelos Oficiais e Praças que integram a 231ª Companhia de Ensino e Treinamento.

A solenidade foi presidida pelo Comandante da 7ª RPM, Coronel Marcelo Augusto Santos, e ao longo do evento foram homenageados o primeiro colocado no curso, Soldado Lucas Albino Alves, e o aluno destaque, Soldado Bruno Aparecido Campos de Oliveira, mas foi no discurso emocionado do orador da turma, Soldado Tayrisson Douglas Gomes Vicente, que ficou evidente a superação dos desafios do curso, o aprendizado das técnicas e práticas de segurança pública e o crescimento como seres humanos.

Os novos soldados desfilaram em continência à Bandeira, com sincronia e vibração, sendo aplaudidos pelo público presente. O paraninfo dos formandos, Coronel Queiroz, em seu pronunciamento destacou a importância dos valores cultuados na família, comparando-os aos valores cultuados na Instituição, como norteadores da missão constitucional da Polícia Militar, na defesa da sociedade e dos direitos do cidadão.
Finalmente, para o tradicional “fora de forma”, os novos Soldados formaram a figura de um triângulo em alusão à Bandeira do Estado de Minas Gerais, e após a autorização, romperam marcha rumo aos novos desafios.

Novos policiais militares e mais proteção às cidades mineiras da 12ª RPM

Destacou-se, também, naquela postagem, que:

A primeira solenidade do dia começou com a formatura dos novos soldados do 14º BPM, em Ipatinga, que pertence a 12ª RPM, onde foram formados 160 militares. A turma escolheu como paraninfo o ex-comandante da 12ª RPM, Coronel QOR Edvanio Rosa Carneiro. O treinamento dos novos soldados contou com disciplinas de caráter prático e teórico. O policiamento será dividido entre os municípios que compõem a área do 14º Batalhão em Ipatinga, 26º Batalhão em Itabira, 58º Batalhão em Coronel Fabriciano e 17ª Companhia Independente de Polícia Militar em João Monlevade.

Segundo o Comandante da 12ª RPM, Coronel Marcos Ângelo Vieira Júnior, a formatura de mais uma turma de soldados fortalece ainda mais o vínculo da PM com a comunidade. “A Corporação está em festa e acredito que a comunidade também, já que vai receber militares com uma formação sólida, para fazer frente à criminalidade. Esses militares foram preparados para a área operacional e interpessoal também, porque além de fazerem seu trabalho, procuram estar próximo do cidadão”.

No decorrer da solenidade, as soldados Naiara Rodrigues Abreu Azevedo e Thalita Evangelista Alvarenga foram homenageadas, pela primeira e segunda colocação, respectivamente, alcançadas durante o curso. Para a Soldado Naiara Rodrigues, finalizar o processo de formação em uma boa colocação é resultado de muito esforço e dedicação. “Esse é um curso muito intenso, já que temos sete meses de treinamento. É uma satisfação ver que as mulheres se destacaram à frente do curso”, comentou a nova Soldado.

5ª RPM, 12ª RPM e 14ª RPM terão novos policiais militares e mais proteção às cidades mineiras

Os comandos destacados acima realizarão, nesta data, respectivamente, nos municípios de Uberaba, sede do 4º Batalhão de Polícia Militar; Manhuaçu, sede do 11º Batalhão de Polícia Militar e Diamantina, sede do 3º Batalhão de Polícia Militar. A formatura programada pela 12ª RPM será prestigiada com a presença do “Subcomandante-Geral da PMMG, Coronel André Agostinho Leão de Oliveira, foi escolhido como o paraninfo da turma.”

 PMMG reforça a segurança no interior com a formatura de 430 soldados  PMMG reforça a segurança no interior com a formatura de 430 soldados
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Com as informações da PMMG

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Lembranças das experiências passadas do outro lado do Atlântico

De Braga — “uma cidade portuguesa situada ao Norte de Portugal, que é “sede dum município com 183,4 km² de área, uma população de 192 494 habitantes sendo o centro da antiga região denominada Minho, com mais de um milhão de habitantes.” —, um brasileiro relembra, com saudades, os primeiros passos em direção à carreira policial militar, realizada nas Minas Gerais.

Entusiasmado, destacou companheiros de farda, alguns ícones da Instituição Militar Estadual, dentre os quais muitos parentes, que galgaram carreiras admiráveis, tornando-se comandantes-gerais inesquecíveis, como foi o caso do bondespachense coronel José Geraldo de Oliveira.

Assim, do outro lado do Atlântico, Carlos Alberto da Silva, do clã dos bragas e atual cidadão português, manifestou-se:

Há 36 anos, no dia 15 de junho de 1982, o jovem Carlos Alberto da Silva, filho do Manoel Braga e da Maria, irmão da Beatriz, Márcio, Marcelo e Marcos Antônio, adentrava aos portões do Batalhão de Polícia de Choque, em Belo Horizonte, Minas Gerais, para frequentar o Curso de Formação de Soldados da PMMG, pelotão 03/82 da 3. Companhia do BPChq.

Naquele ano, no Brasil era presidente o General João Figueiredo, o governador de Minas Gerais era Francelino Pereira, o CG da PMMG o Cel Jair Cançado Coutinho, Cmt do BPCh o Ten Cel Tarcísio Rolino de Castro, o Sub Cmt o Maj Jaci Pedro do Couto, o Cmt da 3. CiaPChq o 1.° Ten Mauro Lúcio Gontijo, o Cmt do Pel 03/82, do qual fazia parte, era o 2.° Ten Sérgio Luiz Marques. O Cmt do CPC o Cel Klinger Sobreira de Almeida e o Cmt do sonho maior de qualquer jovem que ingressa na PM, era o meu primo Cel PM José Braga Junior, Cmt da APM, Chefe do GMG, Cmt Geral da PMMG e sem dúvidas o mais leal oficial em relação à tropa, sem obviamente me esquecer de outra figura do ano de 1982, um outro primo, os Oliveira Braga, Cel PM José Geraldo de Oliveira, à época Deputado Estadual.

Na pessoa destes e de todos os amigos, colegas e companheiros da PMMG que já não estão entre nós, agradeço a todas as pessoas que fizeram parte da minha vitória na PMMG e na pessoa dos militares avós, tios, primos, sobrinhos, agradeço à minha família o culto aos valores e as virtudes. Nos nomes de Galdino, Sinfrônio, Luciano, Silvino, Anésio, Alencar, Américo, Cláudio, Vagner, Leandro, Juninho, Adilson, Sander, Rodrigo e tantos outros, agradeço o legado.

Obrigado a todos.

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Apreensão de drogas pelos policiais militares sul-mato-grossenses

Ações bem-sucedidas de polícia ostensiva e preservação da ordem pública resultaram na apreensão de drogas pelos policiais militares sul-mato-grossenses. Isso porque, em duas ocorrências policiais militares, desenvolvidas pelos profissionais da Polícia Militar do Estado do Mato Grosso do Sul (PMMS), foram apreendidas 2.827 kg de drogas, além da prisão dos agentes criminosos, por tráfico de drogas e apreensão de armas de fogo, dinheiro e veículos.

Primeira apreensão de drogas pelos policiais militares sul-mato-grossenses

A primeira ocorrência policial militar foi registrada em Campo Grande (MS), capital do Estado, na última quinta-feira(7),aproximadamente 13h, e desenvolvida pelos policiais militares do Batalhão de Polícia Militar de Choque, da PMMS, após o recebimento de denúncia anônima de “que dois veículos estavam transportando drogas para uma residência na Vila Albuquerque e, chegando no local, foram encontrados tais veículos, porém, após a abordagem, foi esclarecido que eles estavam fazendo o serviço de batedor.”

Nas ações de abordagem das pessoas e vistoria dos veículos encontrados naquela localidade,”foram encontrados mais dois veículos carregados com droga, além de mais drogas dentro da residência sendo preparadas para serem comercializadas, totalizando 1.707 (mil e setecentos e sete) kg de maconha. Foram encontrados também duas armas de fogo, sendo um revólver calibre .38 e uma espingarda calibre .22.” e a “quantia de R$ 16.000,00.” Verificou-se, também, que “um dos veículos carregados com droga estava com sinais de identificação adulterados e, após a checagem, foi constatado que havia registro de furto no Estado de Goiás.”

À Delegacia de Polícia Judiciária, foram conduzidos os homens presos e entregue a droga, armas de fogo, a quantidade de dinheiro citada e os veículos apreendidos.

apreensao-de-drogas-pelos-policiais-militares-sul-mato-grossenses

Segunda apreensão de drogas pelos policiais militares sul-mato-grossenses

A outra ocorrência foi registrada “no município de Nova Andradina hoje (8) no meio da manhã, Policiais Militares Ambientais de Batayporã”, após a abordagem de “um veículo Mitsubishi L200 Triton”.

Iniciada as ações de bloqueio, cerco e interceptação, “na rodovia MS 340”, o condutor do veículo desobedeceu a ordem de polícia “realizou meia volta e empreendeu fuga em alta velocidade. A PMA realizou perseguição ao veículo e já na rodovia BR 267, o motorista saiu da estrada, atravessou uma cerca e colidiu em uma árvore à margem de uma mata próxima à rodovia.”

A despeito da perseguição, o condutor do veículo conseguiu abandonar o veículo e entrar numa mata densa.

Os policiais militares realizaram diligências e não conseguiram prender o agente criminoso. Entretanto, nas vistorias realizadas no veículo, encontraram “1.120 kg de maconha em tabletes”, e, no interior do veículo, “havia duas placas de veículos, sendo uma de São Paulo (SP) e outra de Varginha (MG).”

Os policiais militares conduziram o veículo apreendido “à Delegacia de Polícia Civil de Nova Andradina”, aonde foi entregue a droga apreendia, dando continuidade à diligência visando a prisão do agente criminoso.
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Com as informações da PMMS 1 e 2

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