Policial militar sergipano destacou-se no 2º “Estágio de baixa luminosidade”, promovido pela Polícia Militar de Alagoas

Policial militar sergipano destacou-se no 2º “Estágio de baixa luminosidade”, promovido pela Polícia Militar de Alagoas

03/02/2018 Educação Profissional 0

Uma postagem publicada no portal da Polícia Militar do Estado do Sergipe (PMSE) informa que o “Soldado da PMSE é destaque no 2º Estágio de Baixa Luminosidade realizado pela PMAL

No post, foi destacado que:

A Polícia Militar de Sergipe esteve representada de 22 a 26 de janeiro, no 2º Estágio de Baixa Luminosidade, promovido pela Polícia Militar de Alagoas, no município de Arapiraca.

Participaram das instruções 48 militares, destacando-se em 3º lugar, pelo bom desempenho, o soldado José Barbosa Filho, da 5ª Companhia Independente de Polícia Militar (5ª CIPM), único integrante da PMSE no curso.

O estágio foi idealizado e coordenado pelo tenente-coronel PMAL Ênio Bolival, desenvolvedor da técnica que habilita o policial militar para o manuseio de lanterna em locais com baixa ou nenhuma luminosidade, e intervenções críticas em que o uso da lanterna possa salvar vidas. A formatura do curso aconteceu nessa terça-feira, 30, na cidade de Arapiraca.

No artigo “What We Don’t Know CAN Hurt US: Training for Low-Light Encounters” que escreveu à Police Chief Magazine David Blake orienta, entre outros aspectos a importância do treinamento para a atuação policial em ambiência de baixa luminosidade.

Blake destacou que:

Numa pesquisa realizada pela Blake Consulting, ficou evidenciado que:

  • Dos oficiais entrevistados, 95 por cento declararam que sua agência não tinha nenhuma política ou recomendação sobre os níveis do lúmen para lanternas ou luzes montadas em armas.
  • Além disso, 13 por cento não apresentaram treinamento de baixa iluminação, enquanto 47 por cento tinham treinamento de qualificação de baixa faixa de luz apenas uma vez por ano.
  • Apenas 1% apresentava treinamento com pouca luz, tanto em ambientes fechados como fora, várias vezes ao ano.
  • Dos oficiais entrevistados, 60 por cento não receberam treinamento de tomada de decisão de baixa luz (disparar-não atirar).
  • Finalmente, 70% disseram que não tinham treinamento na visão noturna.

Em consequência disso, sugere aos responsáveis pelo treinamento de policiais militares:

  • As agências de aplicação da lei devem treinar oficiais em aspectos pertinentes da visão noturna.
  • Os agentes responsáveis ​​pela aplicação da lei e os formadores devem fazer com que os agentes de testes e treinamento no uso de sistemas de iluminação em vários ambientes (interior, exterior e transições) sejam prioritários.
  • O treinamento de baixa iluminação deve ser realizado em ambientes fechados e ao ar livre com atirar – não atirar a tomada de decisão como prioridade.
  • Os executivos da Agência devem fornecer orientações baseadas em evidências sobre sistemas de iluminação a partir da ciência dos fatores humanos, bem como testes e avaliação concluídos por especialistas em assuntos.
  • O uso de força e os investigadores de tiroteio envolvidos em oficiais devem estar cientes de problemas de iluminação e visão noturna e incluí-los (forensicamente) durante as investigações.

Com informações da PMSE e da Police Chief Magazine

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