Na Audiência Pública da Segurança, no Rio de Janeiro, Comandante-Geral da Polícia Militar ressaltou a educação profissional dos servidores militares

Na Audiência Pública da Segurança, no Rio de Janeiro, Comandante-Geral da Polícia Militar ressaltou a educação profissional dos servidores militares

02/08/2017 Atuação integrada de proteção Política 0

 

Este Pontopm destacou anteriormente a participação da
do coronel Wolnei Dias, comandante-geral da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ), na “audiência pública promovida pelo Ministério Público estadual”.

No evento, conforme ressaltado na notícia publicado no portal da PMERJ, respondendo, certamente, aos argumentos equivocados de que a violência é institucionalizada na formação dos profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública, o Coronel Wolnei Dias afirmou: “Não ensinamos em nossas academias ninguém a ser truculento, corrupto ou a cometer qualquer outro desvio de conduta”.

Desse modo, foi mostrado para a sociedade carioca que os policiais militares são preparados para cumprirem as missões que lhes cabem no texto constitucional brasileiro, além de se submeterem aos diversos instrumentos de control previsto.

Leia mais informações na notícia publicada, no portal da PMERJ, e transcrita em seguida:

COMANDANTE-GERAL ENALTECE VALORES TRANSMITIDOS AOS POLICIAIS MILITARES

Ao discursar durante audiência pública promovida pelo Ministério Público estadual na tarde de segunda-feira (31/7), o Comandante-Geral da PMERJ, Coronel Wolney Dias Ferreira, disse que as escolas de formação profissional da Corporação transmitem valores de cidadania.

– Não ensinamos em nossas academias ninguém a ser truculento, corrupto ou a cometer qualquer outro desvio de conduta – disse o Coronel Dias, em resposta às críticas de alguns participantes do evento segundo as quais a política de segurança do estado é voltada para o confronto e muitos policiais cometem irregularidades.

O Secretário de Segurança Pública, Roberto Sá, ratificou a posição de que a estratégia de segurança não se baseia no confronto.
– Em qualquer ação, nossos policiais tropeçam em armas – afirmou, referindo-se à grande quantidade de armas em circulação. A área de segurança foi representada ainda na mesa pelo Chefe de Polícia Civil, Carlos Augusto Leba.

Presidida pelo Procurador-Geral de Justiça, Eduardo Gussen, a audiência pública reuniu por mais de três horas representantes do setor público, da academia e de entidades civis. O objetivo foi colher visões diferentes para aperfeiçoar a política de segurança do estado.

A audiência foi contou com a participação de dezenas de cadetes da Academia de Policia Militar D. João VI. Assim como representantes da sociedade civil que expuseram suas visões sobre segurança, muitos cadetes fizeram uso da palavra, todos eles ressaltando a expectativa de trabalhar para aproximar cada vez mais a Polícia Militar da sociedade.

Fonte: PMERJ.

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