Posse de João Bosco na Academia Bom-Despachense de Letras

Posse de João Bosco na Academia Bom-Despachense de Letras

25/10/2018 Linguagem, Sinais e Tecnologias 0
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A posse do Romancista João Bosco de Castro na cadeira nº 26 da Academia Bom-Despachense de Letras (ABDL), conforme noticiado neste Pontopm, aconteceu às 19h30min de 21 de setembro de 2018, no plenário da Câmara Municipal de Bom Despacho-MG. A belíssima noite de festa daquele Sodalício, foi prestigiada pela presença de autoridades, Confrades, familiares e amigos do Escritor ora destacado, que é, também, um dos Jornalistas deste Pontopm.

Os Jornalistas-Acadêmicos Renato Fragoso e João Bosco de Castro,
que é Jornalista do Pontopm.

Foi uma noite de festa dos bom-despachenses para o Patafufo-bom-despachense!

Naquela inesquecível Confraria, houve outro momento significativo, quando João Bosco de Castro proferiu seu discurso de posse na cadeira Aeropagítica, de número 26, engrandecida com o nome do Prosador e Poeta Dário Couto — Insigne Patrono do experiente Acadêmico.

Acadêmico João Bosco de Castro: Patafufo-Bom-Despachense.

No seu Texto Academial — elaborado com a autoridade que lhe é conferida, pois conhece e sabe utilizar adequadamente os vocábulos na elaboração de frases historiadoras —, há relatos-flashes de sua vida; na convivência próxima e amiga, com o Patrono Poeta e Trovador, e esmero dedicado e zeloso da análise dos textos de Dário Couto.

A história da vida de João Bosco de Castro não é muito diferente daquela vivida pela maioria dos mais brilhantes profissionais mineiros de polícia ostensiva e preservação da ordem pública. Dos que já prestaram serviços, na Gloriosa Polícia Militar de Minas Gerais, ou os que ainda prestam. E pode-se afirmar que, há histórias semelhantes, aqui, ali e acolá, na imensidão das Minas Gerais e em outras 26 Unidades da Federação que abrigam Instituições Militares Estaduais.

João Bosco de Castro historiou suas andanças, conquistas e produções literárias. É admirado pelo que fez, faz e ainda fará. É, algumas vezes, incompreendido por aqueles que não sabem, não querem e não gostam de ouvir as realidades, ou preferem o-faz-de-contas!

Desde março deste ano, após casar-se “com a Odontóloga Beatriz Campos de Paulo e Castro”, fixou morada na “(…) amável cidade-sorriso (…)” e “(…) com o profícuo auxílio de Beatriz (…)” organizam o:

“(…) Espaço Camões: Oficina de Saberes, Letras e Artes, com biblioteca, hemeroteca, musicoteca, exposição de Artes —  dentre as quais algumas de minha lavra, memorial túnel do tempo, acervo de adoráveis acumulações, bancadas e ferramental para marcenaria, escultura e inscultura como artes manuais, e Sala de Aula Língua Portuguesa – Técnicas de Redação pela Totalidade Verbal: Gramática, Estilística e Organização lógico-Dialética da Mensagem.(…)”

Acadêmico João Bosco de Castro e  Esposa 
a Odontóloga Beatriz Campos de Paulo e Castro.

As marcas de seu conhecimento e sabedoria amealhados no tempo de suas andanças, conquistas e produções literárias são comprovadas, também, na ética e lisura irretorquíveis durante a análise feita em Molambos d’Alma.

Sobre Dário Couto, João Bosco destacou, inicialmente, o que o seu Patrono Academial disse de si mesmo:

“O Dário não escreve, é roceirozinho que só não é analfabeto por causa do quase. Escreve o Argos, sujeito redomão no desrespeito dos homens”.

Dos textos de seu Patrono, João Bosco destacou a maravilhosa “Despedida” dedicada ao “grupo escolar”, aos colegas e à “mestra e amiga” Dona Zulma; “Sôdade ingrata”, dentre outros. Distinguiu-o pelo gesto “Sui-generis”, de grand gentleman, materializado com o “HONRA AO MÉRITO — DIPLOMA DE ESPOSA”, conferido à Dona Olympia Resende Couto.


Acadêmico João Bosco de Castro e o quadro mural de informações do
Poeta Bom-Despachense Dário Couto.

João Bosco não se limitou apenas em proferir memorável discurso. Levou os participantes daquele Sodalício, ao passado próximo, relembrando do Sô Chico da Fonsina, citado pelo seu Patrono. Brindou, também, os presentes, com uma Aula Magna e inesquecível, com as análises feitas ao “Retrospecto — Procissão do Enterro em Minha Terra”; “Padre Pedro” e “Civismo”.

Ao final, João Bosco distinguiu Dário Couto, autor de Molambos d’Alma, ao nível de ícones singulares da nossa Literatura.

Vale a pena conferir o Discurso dePosse de João Bosco de Casto na ABDL.

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