Ação policial militar legítima protege clientes de uma loja belo-horizontina

Uma ação policial militar legítima protege clientes de uma loja belo-horizontina, durante um episódio lamentável ocorrido, em Belo Horizonte, na noite dessa terça-feira (5).

O fato em si, faz parte do cotidiano dos grandes centros urbanos. Nums mais, outros menos, frequentemente. Porém, de qualquer forma, os cenários indesejáveis e cruentos têm sido comuns aos cidadãos e suas comunidades. E esses estão certos de que há profissionais — como é o caso daqueles que se dispuseram ao exercício da polícia ostensiva e a preservação da ordem pública — dispostos a protegê-los, observando exclusivamente o pálio dos mandamentos legais vigentes.

Mas, aquele episódio foi assim noticiado, respectivamente, pelos Jornal Folha de S. Paulo; MGTV-1 e Portal G1 Minas Gerais:

Atirador de elite da PM mata ladrão que fez mulher refém em MG

Polícia mata homem que fazia mulher refém em loja no Centro de Belo Horizonte

Homem que fez mulher refém no centro de Belo Horizonte tinha ficha extensa na polícia

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Refém é liberada após ação da polícia em Belo Horizonte – Reprodução/PM-MG Fonte: Folha de S. Paulo

As imagens e os textos contradizem algumas informações realçadas, como é o caso de “Atirador de elite da PM mata ladrão…” ou “Polícia mata homem que fazia mulher refém…”.

Nessas reportagens, ao contrário são evidenciados alguns pontos importantes, destacando que uma ação policial militar legítima protege clientes de uma loja belo-horizontina. Um deles, foi a descrição que “Paulo Henrique Correia já havia sido preso dez vezes por sete crimes diferentes.” E as prisões seguiram-se após prática de crime “duas vezes por falsidade ideológica, duas vezes por agressão física, duas vezes por ameaça, uma vez por furto, uma vez por roubo, uma vez por estelionato e uma vez por crime de trânsito, segundo a Polícia Civil. Em 2015, ele foi vítima de uma tentativa de homicídio.” Outro escreveu que a “mulher foi feita refém […]. O suspeito fugia da polícia após roubar celulares em uma loja de varejo […]. Os militares fizeram cerco ao ladrão e começaram a negociar a libertação da vítima.”

Os resultados auferidos não foram, certamente, os desejáveis, pelos policiais militares participantes do episódio, pois, estão qualificados, no desenvolvimento de uma ocorrência policial militar, para proteger as pessoas, usando os meios moderados, a exemplo do que aconteceu na ação policial militar legítima protege clientes de uma loja belo-horizontina.

Ocorrerão, certa e tranquilamente, as ações judiciais subsequentes.

Por outro lado, dois assinantes da Folha de S.Paulo comentaram: “Lamento pela morte, mas uma salva de palmas para a polícia mineira” e “Que bom que não terminou como o caso da Eloá aqui em SP. Foram dias de negociação e um fim trágico. Parabéns a PM mineira. A vítima saiu ilesa”.

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