“Policial Militar realiza curso de operador de drone na Bahia”

Uma postagem divulgada, no portal da Brigada Militar do Rio Grande do Sul (BMRS), informa, também que um “Policial Militar realiza curso de operador de drone na Bahia”.

Trata-se de uma preparação para um tempo que chegou. Isso porque, tem sido cada vez mais frequente, a utilização de drones, pelos policiais militares brasileiros, nas diversificadas ações de polícia ostensiva e preservação da ordem pública.

Na Bahia, que acolheu o policial militar sul-rio-grandense, essa tecnologia policial militar ganha espaço, conforme tem sido noticiado, neste Pontopm. Inclusive, no caso citado, diante de qualquer irregularidade, o 190 será acionado pelos cidadãos que se sentirem ameaçados.

Mas, no post do portal da BMRS, informando que “policial Militar realiza curso de operador de drone na Bahia”, destacou-se:

"Policial Militar realiza curso de operador de drone na Bahia"Entre os dias 8 e 13 de abril, o soldado da Brigada Militar, Robson Alves, concluiu a segunda etapa do Curso de Operador de Aeronave Remotamente Pilotada (RPAS), organizado pela Polícia Militar da Bahia. O soldado, que atua junto à Comunicação Social da BM, foi o primeiro servidor da Corporação a realizar esse tipo de qualificação em outro Estado da federação.

RPAS é uma sigla em inglês que significa Sistema de Aeronave Remotamente Pilotada, também conhecido como drone. Os novos operadores, estarão legalmente aptos a utilizar o aparato tecnológico nas missões que lhe forem demandadas junto às Instituições.

Considerado referência nacional na qualificação de operadores de RPAS, o curso promovido pela PMBA capacitou de forma teórica e prática os profissionais de segurança pública representantes da Bahia, de outros Estados e das Forças Armadas, que foram submetidos às 120 hora-aula em formato EAD semipresencial, divididas entre a fase inicial à distância e a fase presencial final.

A qualificação técnica é obrigatória para operadores de aeronaves não tripuladas com peso de decolagem superior a 250 gramas e máximo de 25 quilos. E que não voará além da linha visual ou acima de 400 pés (120 metros) acima do nível do solo.

O soldado Robson Alves, relata que durante o período em que esteve na Bahia realizou visita a torre de controle de voos de Salvador, aulas práticas sobre análise de risco operacional, captação de imagem aérea, manutenção e controle técnico de aeronave. Além de um teste prática de voo com RPAS, pré-requisito para conclusão do curso.

Explicou que “para se tornar um operador de drone, além do curso os militares precisam ter um cadastro no Sistema de Aeronaves não Tripuladas (SISANT), manual de voo, avaliação de risco, certificado de avaliação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), além de um protocolo para acesso ao Espaço Aéreo Brasileiro. Os civis ainda precisam ter um seguro aeronáutico para prática de voos com o drone”.

O currículo do curso foi preenchido com base nas doutrinas e nos conhecimentos previstos na lei, regulamentos e conteúdos em vigor no Brasil, além dos oferecidos pela Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos.
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Com as informações da BMRS

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