Polícia Militar catarinense assegura a Festa do Divino em Palhoça

Os profissionais da polícia ostensiva e preservação a ordem pública da Polícia Militar do Estado de Santa Catarina (PMSC) asseguraram as atividades da Festa do Divino Espírito Santo, no município de Palhoça.

Representada por policiais militares do 16º Batalhão de Polícia Militar, a Instituição Militar Estadual foi representada e cumpriu sua missão constitucional, segundo informações publicadas no portal da PMSC.

Leia outras informações na notícia transcrita a seguir:

A Polícia Militar, através do 16º Batalhão de Polícia Militar (BPM), de Palhoça, garantiu, mais uma vez, a segurança na Festa do Divino Espírito Santo, que aconteceu nos dias 10, 11 e 12 de junho na cidade. Durante o evento, realizado pela Paróquia Senhor Bom Jesus de Nazaré, as famílias da comunidade e das cidades vizinhas puderam orar e se divertir na mais tradicional festa da região.

Através de um trabalho planejado, os policiais militares puderam proporcionar segurança plena ao público, que se distribuíu pelas áreas do pátio da Casa Paroquial, ruas laterais e frontais da Igreja Matriz, bem como na passagem do Cortejo Imperial pelas ruas.


O 16º BPM contou também com o apoio de outras unidades da PMSC, que auxiliaram no policiamento, como os policiais da Guarnição Especial de Polícia Montada (GEPMon), Companhia de Policiamento com Cães (Cia Pol Cães), ambas de São José, e do Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (CFAP), de Florianópolis.


Este ano, mais uma vez, por conta da utilização de câmera móveis, estas serviram como complemento ao vídeo-monitoramento, possibilitando uma melhor fiscalização da área.
Nenhuma ocorrência foi registrada pela PMSC durante os três dias de evento. Sendo assim, tanto o planejamento, como a execução das ações realizadas, foram avaliadas pelo comando da unidade como grande sucesso.

 

História da festa
A Festa do Divino é realizada sete semanas depois do Domingo de Páscoa, no Dia de Pentecostes, para comemorar a descida do Espírito Santo sobre os 12 apóstolos. A celebração marca a influência da colonização portuguesa na região.
No ano de 1323, a rainha portuguesa D. Isabel resolveu organizar uma festa que rememorasse o episódio bíblico do Domingo de Pentecostes. Antes de se estabelecer no Brasil, essa festa religiosa tomou espaço nas ilhas de Açores, no início do processo de expansão marítima portuguesa.
No período do Pentecostes, um pouco antes da Páscoa, a população açoriana realizava grandes banquetes públicos. Já no período colonial, a festa do Divino Espírito Santo contava com a coroação simbólica de um imperador e banquetes públicos. Há documentos que atestam a realização da festa do Divino em diversas localidades brasileiras, desde os séculos 17 e 18.

Fonte: PMSC.

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