Vítimas de Manchester serão homenageadas pela França e Reino Unido

No jogo amistoso entre França e Inglaterra, nessa terça-feira (13), no Stade de France, com a presença do presidente francês Emmanuel Macron e a premiê Theresa May, haverá “um minuto de silêncio em homenagem às vítimas do atentado de Manchester” divulgou a Rádio França Internacional (RFI).

A RFI informa também que:

O hino God Save The Queen vai tocar depois da Marselhesa, invertendo o protocolo, como aconteceu em Wembley em homenagem às vítimas dos atentados de Paris em novembro de 2015. Antes do minuto de silêncio, os jogadores das duas equipes vão se misturar uns aos outros em sinal de fraternidade.

O atentado em Manchester, que aconteceu na saída do concerto da cantora americana Ariana Grande, deixou 22 mortos e mais de 100 feridos, entre eles várias crianças. Na noite de sábado (3), um outro ataque deixou seis mortos e 48 feridos no centro histórico de Londres. Em Wembley, o público inglês havia homenageado os franceses cantando em coro a Marselhesa. O hino francês também tocou antes de cada um dos jogos do campeonato da Inglaterra no final de semana seguinte.

Outras duas informações, sobre os “suspeitos detidos” e que o “ataque a Notre Dame foi evento isolado”, foram assim destacados:

Suspeitos detidos

Três homens foram detidos neste fim de semana por participação na ataque que resultou na morte do policial Xavier Jugelé, na avenida Champs Elysée, no dia 20 de abril. Nourredine A, 27 anos, foi indiciado por cumplicidade de homicídio em relação com um grupo terrorista. Ele é suspeito de ter fornecido o fuzil ao autor do atentado, Karim Cheurfi. Os dois outros, Mohamed D. 27 anos, e Yanis D. 25 anos, foram indiciados por formação de quadrilha.

Ataque a Notre Dame foi evento isolado

O procurador da República de Paris, François Molins, disse neste domingo (11) que o ataque ao policial em frente à catedral Notre Dame, no dia 6 de junho, foi um “ato isolado”. Segundo ele, o doutorando Farid Ikken é um “iniciante” radicalizado recentemente. O estudante é um argelino de nacionalidade francesa que já trabalhou como jornalista, que nunca havia tido qualquer ligação com o terrorismo.

Fonte: RFI.

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