Na proteção de escolares: “A Incrível Guardiã e a Terra dos Sonhos”

Na proteção de escolares: “A Incrível Guardiã e a Terra dos Sonhos” é o resultado de uma ação integrada de proteção e fruto de uma iniciativa dos profissionais da Polícia Militar do Estado de Santa Catarina (PMSC) e da Guarda Municipal de São José (GMSJ).

Com propósitos estratégicos semelhantes ao PROERD, o programa Rede de Segurança Escolar, mediante o teatro “A Incrível Guardiã e a Terra dos Sonhos” integrará visando a proteção de jovens estudantes e contará com a participação dos policiais militares do 7º Batalhão de Polícia Militar (BPM) e dos guardas municipais da Guarda Municipal de São José (GMSJ)”.

Apresentado na tarde da última quinta-feira (14), “no Centro Educacional Maria Montessori, Bairro Campinas, em São José”, o teatro teve interessante foco na proteção de escolares: “A Incrível Guardiã e a Terra dos Sonhos”. Foi apresentado, “em dois atos e abordava temas de relevância social como a convivência respeitosa, o meio ambiente e a segurança no trânsito”, para uma plateia de 75 “alunos do 1º ao 5º ano”, do Ensino Fundamental e respectivos professores e diretores.

No elenco de na proteção de escolares: “A Incrível Guardiã e a Terra dos Sonhos”, participaram “a guarda municipal Daiane Guedes e os policiais integrantes da Patrulha Escolar, cabo Tiago Maciel de Miranda e do soldado Daniel Vieira” que, durante a apresentação, interagiram com as pessoas da platéia.

Ao evento sociocultural e educativo, compareceram “o subcomandante da Guarda Municipal de São José (GMSJ), Diego Molina, e a conselheira de segurança municipal Gilmara Bastos, ambos apoiadores do programa Rede de Segurança Escolar.”

Com propósitos estratégicos semelhantes ao PROERD, o programa Rede de Segurança Escolar, mediante o teatro “A Incrível Guardiã e a Terra dos Sonhos” integrará visando a proteção de jovens estudantes e contará com a participação dos policiais militares do 7º Batalhão de Polícia Militar (BPM) e dos guardas municipais da Guarda Municipal de São José (GMSJ)”.

Leia mais informações, sobre a temática na proteção de escolares: “A Incrível Guardiã e a Terra dos Sonhos”, na postagem publicada no portal da PMSC e descrita a seguir:

[…]
Outras 19 escolas já manifestaram o interesse na realização da peça e o projeto pretende contemplar todas as interessadas até o final do ano.

“A escola é uma das primeiras instituições que proporciona às crianças e adolescentes experimentarem a vida em sociedade para além da família, podendo escolher suas próprias amizades, desenvolver seus interesses e formular seus primeiros projetos para o futuro. Ela é um verdadeiro laboratório de aprendizagens significativas para a cidadania. ”

Este tipo de atividade está prevista pelo programa Rede de Segurança Escolar e busca fortalecer vínculos junto à comunidade escolar, prestar serviços com base em estratégias de prevenção e a participação em atividades que fomentem a interação comunitária na cultura e no ensino.

O objetivo do projeto é orientar alunos quanto a medidas comportamentais preventivas, identificação de problemas de segurança pública e preparação para o exercício da cidadania através da conscientização acerca de questões de relevância social.

Com as informações da PMSC

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Policial militar sul-rio-grandense foi reconhecido por Ato de Bravura

A Brigada Militar do Rio Grande do Sul (BMRS) registrou, mais uma vez, em sua vitoriosa história, que um policial militar sul-rio-grandense foi reconhecido por Ato de Bravura. Além do reconhecimento de um serviço prestado de forma exemplar, o servidor militar foi, igualmente, agraciado com a medalha Estrela de Reconhecimento, segundo divulgado numa postagem daquela Instituição Militar Estadual.

Por que um policial militar sul-rio-grandense foi reconhecido por Ato de Bravura?

No post publicado pela BMRS, há informação de que “soldado Emmanoel Macedo Mareco, do 11º Batalhão de Polícia Militar (11º BPM)” obteve o reconhecimento por Ato de Bravura, pois, “no exercício da atividade de policiamento quando interveio em uma ocorrência de roubo a transporte coletivo da empresa Turil, que se deslocava da cidade de Rivera – Uruguai à cidade de Porto Alegre, no dia 09 de março de 2018.”

Naquela publicação, destacou-se, também, que:

Na ocasião, o soldado Emmanoel agiu de forma técnica, com coragem, destemor, valentia, superando as dificuldades e restabelecendo a ordem pública aos atingidos pelo ato criminoso. Os relatos das testemunhas reforçaram que o soldado Emmanoel demonstrou serenidade, coragem e equilíbrio, agindo de forma impecável e heróica em defesa de todas as pessoas que estavam no ônibus.

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Qual é o significado do agraciamento com a Medalha para um policial militar sul-rio-grandense reconhecido por Ato de Bravura?

Significado da Medalha Estrela de Reconhecimento

No post publicado no portal da BMRS, encontrou-se o seguinte significado:

A medalha Estrela de Reconhecimento foi instituída pelo Decreto n. 32.679, no ano de 1987, com a finalidade de distinguir Policiais Militares que, no exercício da atividade de policiamento, hajam sofrido ferimentos ou perdido a vida; demonstrado bravura em ação policial; também os que, por suas atitudes, dedicação e capacidade profissional, hajam contribuído eficazmente para elevar o prestigio da corporação junto a outras organizações em geral, desenvolvendo as relações de amizade e compreensão entre as mesmas, e os que tenham se destacado por atuação relevante no serviço, no sentido de engrandecer cada vez mais a corporação em que servem. Tal condecoração é concedida em três Graus, Estrela de Ouro, Estrela de Prata e Estrela de Bronze.

Evento solene do agraciamento da Medalha Estrela de Reconhecimento

Ao evento solene do agraciamento do “soldado Emmanoel Macedo Mareco”, compareceram, além do governador José Ivo Sartori, o comandante-geral da Brigada Militar, coronel Mario Yukio Ikeda e “o chefe da Casa Militar, coronel Alexandre Martins, o secretário de Segurança Pública, Cezar Schirmer, o secretário adjunto da SSP, coronel Everton Oltramari, o subcomandante da Brigada Militar, coronel Eduardo Biacchi Rodrigues e o chefe do Estado-Maior da BM, coronel Júlio César Rocha Lopes.”

Na presença das autoridades citadas e demais convidados, no gabinete do governador Sartori, no Palácio Piratini, foi concedida a Medalha Estrela de Reconhecimento, no Grau Prata, ao soldado Emmanoel Macedo Mareco, do 11º BPM, da BMRS.

Naquela oportunidade, destacando “a grandeza da atitude do agraciado”, o governador Sartori afirmou:

O gesto do soldado Emmanoel é repetido em várias ocasiões por muitos soldados da Brigada Militar,por muitos oficiais e por muitas pessoas. Mas quando se tem um exemplo positivo como este, ele precisa ser salientado para o reconhecimento da própria sociedade. Acima de tudo, é a distinção que lhe dá a possibilidade de ser um exemplo para todos. Portanto, esse reconhecimento é de toda a sociedade. E a sua presença aqui hoje tem esse simbolismo para aqueles homens e mulheres que, independente da sua condição, possam viver melhor.

Com as informações da BMRS

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Você sabe o que é benchmarking?

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Lição de liderança que fortalece “o moral da tropa”

“Napoleão era adorado também porque parava para falar com os seus soldados, recordando batalhas em que tinham combatido juntos e, quando tinham praticado um ato de valor, e promovia-os no próprio campo.
Francesco Albertoni
“A Arte de Comandar”

Há um vídeo, na TV PMERJ, mostrando um dos gestos que mais fortalece “o moral da tropa”.

Mas, o que é “moral da tropa”?

No dicionário Aulete, encontram-se as explicações dos verbetes moral e tropa. Nelas, destaca-se que o moral — substantivo masculino — é o “conjunto dos valores morais de cada um: Era dono de um moral inabalável”, ou o “Estado de espírito; ânimo: Essa notícia levantou o meu moral”.

A expressão “moral da tropa”, nas lições aprendidas da História, está associada à “moral da guerra”. Os ensinamentos das ações bem-sucedidas dos “grandes generais Aníbal, Alexandre, César, Napoleão”. Todos, segundo Albertoni, valorizavam o “moral da tropa”, praticando a desafiadora arte da liderança, inclusive, quando elogiar, recompensar e punir.

O “moral da tropa” é mais uma das expressões recepcionadas pela moderna Ciência da Gestão Organizacional. Pois, se há pessoas associadas a um objetivo qualquer, têm-se a organização. E as pessoas valorizam a organização, inclusive, adverte Albertoni, “as empresas não são feitas apenas de paredes, máquinas e balanças, mas de homens, de projetos, de sonhos”.

O professor Vicente Falconi ensina que o moral é um ponto médio entre a satisfação e a insatisfação. Invariavelmente, nas lições de Falconi, há uma tendência de as pessoas sentir-se insatisfeitas. E, a satisfação ocorre, em variadas conquistas pessoais e profissionais, em momentos de duração limitada. Daí, a necessidade de buscar o equilíbrio, que é o “moral”, o ânimo indispensável à realização das pessoas.

Veja o vídeo abaixo que mostra o coronel Laviano, comandante-geral da PMERJ, em meio à guerra urbana, de uma das maiores cidades brasileiras, exercitando o “comando certo”, na expressão cunhada por Albertoni, no relacionamento cotidiano, visando fortalecer o moral de tropa.

 

Com as informações da TV PMERJ e fontes destacadas

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Proteção brasileira “a la nova-iorquina”

 

No “SóNotícias”, há uma postagem — O Matador de Policial — cuja autoria é atribuída ao Jornalista Alexandre Garcia.

No texto de três parágrafos, o autor faz considerações extraordinárias!

Enfatiza, no primeiro parágrafo, o despautério praticado na justiça brasileira, notadamente o “indulto de Natal”, instituto protagonista dos desencontros e desentendimentos dos Poderes da República; depois a mortalidade policial registrada, no Rio de Janeiro, e ignorada pela maioria dos brasileiros. Citou o ato condenatório de “um tribunal de Nova Iorque”, que sentenciou “à prisão perpétua, sem direito a saidões, indultos, progressão de pena ou liberdade condicional, o matador de um policial”, assim declarando:

Pelo assassinato do policial Brian, que estava em serviço, a sentença do tribunal é prisão perpétua. Toda a vida, sem liberdade condicional. Para tornar mais simples para o seu cérebro comprometido, você vai morrer na prisão. Nunca mais irá respirar ar puro fora do aço e do concreto de uma prisão do Estado de Nova Iorque. Essas sentenças são aplicadas juntas, consecutivas com cada uma. Em adição aos 300 dólares de sobretaxa obrigatória, uma taxa de 25 dólares para o sistema de assistência às vitimas de crimes, uma taxa de 50 dólares de registro de DNA, todas a serem pagas pelo condenado. Cientifico seu advogado do direito de recorrer e de tirar sua cara com esse sorriso cínico fora deste Tribunal.

Evidenciou, no segundo parágrafo, como se pratica a justiça “na maior democracia do planeta” e como são tratados os “matadores de policiais.” Mas, aqui, assiste-se ao velho filme da “corrupção institucionalizada no topo” (A imagem de mais de 50 milhões do dinheiro de Geddel fala por si, sobre a corrupção generalizada.) E, a isso, soma-se uma criminalidade narcotraficante que esfrangalha tudo e todos, submetendo crianças, adolescentes e famílias inteiras ao poderio nefasto. Corrupção política e narcotráfico tudo fazem para deixar o Estado Legal igualmente esfrangalhado! É o Estado sem ordem. Não há ordem legal, jurídica, ideológica ou pública! Assim, não se difere o que é crime político, crime comum ou crime ideológico. Tudo, “farinha do mesmo saco!”

No final, mostra a situação paupérrima que se encontram os meios e as medidas de proteção estatal e que têm o dever de assegurar proteção às pessoas e suas comunidades. Quais garantias e direitos são devidas e repassadas aos profissionais que se qualificam para tal mister? E, não se cogita, nenhum momento, desviar-se dos deveres e das responsabilidades. Ao contrário, nãos se compactua com violências desviantes. E, aos culpados, a Força da Lei! Mas, escassos os recursos mínimos, há possibilidades de violências derivadas. Quem será o culpado?

É o nosso Brasil. Rico país de belezas naturais, desde que foi descoberto! De gente boa e esperançosa. Mas, sempre teve governança repleta de hediondez! Por isso, tratam pessoas iguais, desigualmente… E, exceto sobre os direitos devidos e administrados pelas instituições militares estaduais, não sabemos o que aconteceu com policiais militares tombados em serviço. Mas lá, em Nova Iorque:

[…] Quando o policial Brian foi morto em Nova Iorque, a porta de sua casa ficou cheia de flores; o prefeito visitou a família; as honras fúnebres foram de herói; o condenado pagou uma taxa para o fundo de assistência às vítimas. Por aqui, os valores estão invertidos.

Por outro lado, sempre se exige, do policial militar brasileiro, comportamento semelhante ao do policial que atua em Nova Iorque. Mas, não se vê, por aqui, decisões políticas de segurança pública iguais as que são tomadas pela liderança nova-iorquina.

Com as informações do SóNotícias

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A questão racial debatida no Roda Viva

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A questão racial foi a temática debatida, no último Toda Vida, por quatro especialistas, nessa última segunda-feira (11)

Destacou-se que no “centro da roda, estão assuntos como preconceito, educação e inserção social de jovens da periferia, além da importância do desenvolvimento de relações igualitárias.”

O seleto grupo de debatedores foi constituído por Alexandra Loras (empresária); Elisa Lucinda (a atriz e escritora); Hélio Menezes (antropólogo e pesquisador da Universidade de São Paulo) e Natália Neris (pesquisadora de políticas públicas da USP e do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento). Houve, também, a exemplo de programas anteriores a brilhante “participação fixa do cartunista Paulo Caruso.”

Temática de interesse nacional, o vídeo destacado acima é imperdível. Todos, sem exceção, deveriam assistí-lo. Principalmente, pela argumentação segura e com conhecimento de causa, motivada ou expontânea, brilhantemente defendida pelos notáveis debatedores.

Houve um único senão, na fala conclusiva do Antropólogo e pesquisador USP — Hélio Menezes —, nas proposições de “desmilitarização da polícia” e atuação da “Polícia Militar” de forma generalizada. Suas considerações têm amparo nos dados carreados e analisados por cientistas do Forum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), no “Índice de vulnerabilidade Juvenil à Violência 2017 – Desigualdade Racial – Municípios com mais de 100 mil habitantes”. Porém, não há referência nenhuma sobre a Polícia Militar, ou sua forma de atuar. Há, sim, na página 72 do documento citado, destaques sobre ausências “(…) das políticas públicas no Brasil (…)” e “(…) sobre a tragédia brasileira da segurança pública (…)”.

Possivelmente, se tivéssemos mais soluções com as políticas educacionais e sanitárias preventivas para a população brasileira, a segurança pública não estaria em situação de tragédia (conforme destacou o documento) e as ações de “polícia ostensiva e preservação da ordem pública” teriam a efetividade desejada pelos cidadãos e comunidades brasileiras.

 

Fonte: RODAVIVA e FBSP.

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De dados, seguem-se as informações, conhecimentos, inteligência e sábias decisões…

 

No dia 20 de janeiro de 2017, o Pontopm publicou o primeiro post. De lá para cá, foram 1.969 (mil novecentos e sessenta e nove) posts publicados. São, em média, 196,7, nos primeiros 10 meses de funcionamento.

Os posts publicados e mais mais visitados encontram-se dispostos no ranking, disposto em seguida. Você poderá ver, e ler, cada um deles, clicando nos respectivos links.

Policial militar de Minas Gerais foi “assassinado” covardemente por “assaltantes” de banco, em Santa Margarida, na Zona da Mata
Contate-nos
EXTRA! EXTRA! EXTRA! O Neimar está voltando!
Quem somos
Dia “23 de Julho tem Marcha Nacional Pela Vida dos Policiais Militares”: você vai participar?
Policial militar mineira rumo ao título de Miss Minas Gerais
Posse do Poeta João Bosco de Castro na Cadeira Nº 329 da Academia Municipalista de Letras de Minas Gerais ─ AMULMIG.
Quem cuidará do Brasil?
Homenagem ao Cabo PM Marcos Marques da Silva
10º Em Águas Lindas de Goiás, 17º Comando Regional de Polícia Militar utiliza tecnologia digital para receber denúncias
11º Homenagem à Mulher: Profissional de Polícia Ostensiva!
12º Academia Municipalista de Letras de Minas Gerais receberá em seu Quadro de Acadêmicos Efetivos o Poeta e Jornalista do Pontopm
13º A noite de Tchaikovsky, com a apresentação da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, do Coral Lírico de Minas Gerais e da Orquestra Sinfônica da Polícia Militar Minas Gerais
14º PMs mortos e Feridos no Estado do Rio de Janeiro
15º 9 Princípios do Policiamento Moderno. Afinal, Quem é o autor?
16º “COMEÇOU A ‘CAMPANHA ORE PELA SUA POLÍCIA’. PARTICIPE VOCÊ TAMBÉM!”
17º Jornada Policial Rural, em Bom Despacho, realizada pelos soldados alunos do 7° Batalhão da PMMG.
18º Ações de polícia comunitária, com o suporte da tecnologia, alcançam a população rural em Japaraíba-MG
19º Polícia Militar da Bahia criou uma Companhia de Patrulhamento Tático Móvel (Patamo)
20º Governo do Estado do Ceará aumenta o salário dos servidores militares!

A publicação desses posts é resultado da inominável colaboração da Equipe Pontopm, constituída pelos parceiros fiéis — Elitan David e Jefferson Lopes —, e dos extraordinários colaboradores — Anderson Paglioni, Lídia Marília e Dário Simplício, a quem são direcionada nossa sincera gratidão.

Mas, destacaram-se, na autoria de posts destacados, os notáveis jornalistas — João Bosco e Neimar Fernandes — e a Assessoria Jurídica — Marta Loide —, todos coparticipadores neste Pontopm, aos quais registramos os mais sinceros agradecimentos, principalmente pela gentileza de dividirem seus aprimorados conhecimentos com este empreendimento desafiador.

Muitas outras pessoas colaboram imensamente conosco. Se conseguíssemos nominá-las tornaríamos este post muito extenso!

Mas a você, que nos honra com sua visita e leitura deste post, nosso muito obrigado!

Volte e visite sempre sempre o Pontopm!

E que Deus nos abençoe a todos!

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Posso discordar? Discordarei…

 

Recebi esta figura, numa das redes sociais.

Circula, por aí, livremente, leve e solta! Suscita uma opinião, um posicionamento, ou não?

Discordo, completamente, de assassinatos, homicídios. Sempre discordei. Aprendi, desde cedo, que a “vida é dom de Deus”. Êle dá! Ele tira! E não precisa de ajuda, nunca precisou!

Discordo, completamente, das 111 mortes ocorridas “no Carandiru”. Discordo, também, das pessoas que insistem na perpetuação do nefasto episódio do Carandiru, mesmo depois de firmada a sentença judicial.

Discordo, completamente, das pessoas que, antes do episódio do Carandiru, pegaram em armas, pois, treinados para matar, mataram soldados indefesos, nas sentinelas de quartéis.

Discordo, completamente, das pessoas que se esqueceram de que pegaram em armas e mataram e procuram rememorar um episódio transitado e julgado.

Discordo, completamente, das pessoas que assistem aos assassinatos de 115 policiais militares, a maioria tombada em plena atividade de proteção, numa das mais importantes cidades brasileiras, dita: “Cartão Postal do País”.

Discordo, completamente, das comunidades que assistem — e nada fazem — ao justiçamento inescrupuloso de pessoas dispostas a protegê-las.

Discordo, completamente, a incapacidade de não se fazer justiça aos culpados dos milhares de assassinatos ocorridos no Brasil.

Discordo, completamente, da política brasileira que pratica ações vis e covardes contra o povo brasileiro.

Dicordo, completamente, da justiça mancomunada com a vil e covarde política brasileira, ambas praticadas praticadas pelos mais perversos dos homens.

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A morte da baleia Jubarte

Um post recente, publicado neste Pontopm informou sobre:

O resgate da baleia Jubarte na Praia Grande em Arraial do Cabo-RJ

Nessa terça-feira (24), um post da Agência Brasil, com o seguinte título “Morre baleia jubarte que encalhou em praia da Região dos Lagos”, informou, também que:

A baleia da espécie jubarte que apareceu encalhada no último domingo (22) na Praia Grande, em Arraial do Cabo, na Região dos Lagos, e foi devolvida ao mar, reapareceu hoje (24) novamente encalhada na Prainha do Pontal, também em Arraial. Desta vez, não resistiu e, mesmo com a tentativa de devolvê-la ao mar, acabou morrendo.

De acordo com o chefe do Parque Estadual da Costa do Sol, André Cavalcanti, o animal ainda é jovem, pesa cerca de 6 toneladas e 9 metros de comprimento.

Ele explicou que “por ser um mamífero de grande porte, e não ter condições de levá-lo para um aterro sanitário, a melhor opção foi arrastá-lo com o auxílio de dois barcos de turismo de grande porte à uma distância de 7 milhas náuticas, o que corresponde a quase 13 quilômetros, e abrir a barriga da baleia para que ela possa afundar”, informou.

O chefe do parque disse ainda que a operação já está em andamento e deve ser concluída até a noite.

Então, o Poder Público brasileiro sabe que baleias jubarte estão perecendo na costa atlântica do Brasil. Mas, se há crianças morrendo à mingua, que dirá baleias-de-corcovas.

Curiosamente, ao pesquisar, no Google, sobre a frase “morre a baleia jubarte”, foram encontrados “aproximadamente 71.300 resultados” em “0,44 segundos” e verificamos que houve mortes de baleias Jubarte, nos últimos 13 anos. Somente nos últimos 60 dias seriam quatro. Como assim?

Não temos mais a “Mata Atlântica” e há (?) um esforço hercúleo para preservar o que restou.

Na maioria dos estados brasileiros, os órgãos de defesa do meio ambiente têm cuidado especial com animais moribundos, vítimas de atropelamentos, ou da caça predatória ou do cárcere ilegal. São apreendidos e conduzidos aos espaços adequados para que sejam tratados, reabilitados e devolvidos, novamente às matas, no habitat natural.

Mas, e as baleias Jubarte mortas ao longo da orla atlântica brasileira? A que foi resgatada, após 20 horas, fora do seu habitat — a água do mar —, estava em condições de retornar ao mar? Não deveriam permanecer em espaços adequados (no próprio mar) e receberem cuidados reabilitatórios e, depois, serem conduzidas, de volta ao mar aberto?

Fonte: Agência Brasil.

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“A ‘Autoridade da Violência'”

 

Há lições importantes descritas no texto de “A ‘Autoridade da Violência'” (encontrada no tema “Grupos e Comissões”, do Capítulo 17, Parte Cinco — Liderança, do Livro Administração, de James A. F. Stoner e R. Edward Freeman).

Além da tratativa temática sobre “Ética Em Administração”, os gestores, dos diversos níveis e nas diversas atividades profissionais, são motivados a refletirem as relações de poder entre as pessoas. Pois, são desafiados, no dia a dia, a compreenderem as complexas relações grupais que influenciam favorável ou desfavoravelmente as ações individuais ou coletivas.

O exercício da condução e influência de grupos guia-se pelos princípios genuínos e desejáveis à uma desejável liderança. Nesse caso, os resultados bem-sucedidos somente serão alcançados, quando líderes conscientizarem-se de suas responsabilidades. Do contrário, qualquer atividade empreendida obterá insucessos, a exemplo da que é descrita em seguida:

A “Autoridade da Violência”

“Torturar tornou-se um emprego. Se os oficiais dissessem para você bater, você bateria… Você nunca pensava que poderia agir de modo diferente”. Esta é a lembrança de um jovem soldado que deu baixa do exército depois de servir um período como oficial torturador para o regime militar da Grécia. Ele fora sistematicamente treinado nas artes da obediência, dessensibilização e brutalidade, mas originalmente fora escolhido para o cargo porque julgaram-no psicológica e intelectualmente bem ajustado. Pela maioria das avaliações, ele — e outros na tropa de torturadores de elite em que trabalhava — demonstrava comportamento normal, emocionalmente estável, depois de horas de trabalho diário brutalizando outros seres humanos. Em 1976, quando a psicóloga Molly Harrower apresentou a um grupo de especialistas em avaliações de personalidade os teste psicológicos de oito criminosos de guerra nazista e oito americanos saudáveis, esses especialistas não conseguiram dizer com certeza quem era quem.

Tanto os fatos quanto as pesquisas sugerem fortemente que os torturadores, em vez de possuírem desvios hereditários ou sociais, são geralmente pessoas comuns que se submetem, em determinadas circunstâncias, ao que os psicólogos chamam de “autoridade da violência”. Dentre essas circunstâncias estão as poderosas normas e os processo de socialização que podem ser usados pelos grupos. Em 1973, três psicólogos da Universidade de Stanford — Craig Haney, Philip Zimbardo e W. Curtis Banks — realizaram uma elaborada experiência para examinar essa hipótese. Recrutando através de anúncios em jornais, os cientistas entrevistaram e testaram numerosos candidatos antes de escolher 24 do sexo masculino — todos entre 17 e 30 anos — que eles julgaram ser psicologicamente normais e socialmente bem ajustados. O grupo foi aleatoriamente dividido em “prisioneiros” e “guardas” e todos os voluntários foram informados sobre a natureza exata da experiência. Numa manhã de domingo, os “prisioneiros” foram recolhidos pela polícia local, devidamente fichados e mandados para a “Prisão do Condado de Stanford” — um ambiente de prisão completo com todos os detalhes construído no porão de um prédio da universidade. Foram despidos, receberam uniformes de prisão e foram colocados em celas vazias com barras de aços; os “guardas” receberam alojamentos mais confortáveis e uma área de recreação.

Uma experiência destinada a durar duas semanas terminou depois de apenas seis dias. Os “prisioneiros”, que eram designados apenas por números de identificação e vestidos de modo a serem “desindividualizados”, foram destituídos da maioria dos direitos civis cotidianos; e, mesmo com a proibição de punições físicas, logo começaram a dar sinais de dramática mudança emocional, inclusive “ansiedade aguda” e uma passividade que chegava às raias do servilismo total. Ficaram extremamente desanimados e até mesmo fisicamente doentes. Alguns dos “guardas”, enquanto isso, pareciam quase alegres com a experiência. Eles reforçaram seu papel com “crueldades e abusos criativos”, substituindo a proibida violência física pela agressão verbal — ameaças e insultos.

Posteriormente, alguns dos “guardas” mostraram uma combinação de excitação e horror com a sua experiência de autoridade grupal. “Foi degradante”, lembrou um deles. “Eles maltrataram uns aos outros porque eu os mandei. Ninguém jamais questionou minha autoridade”. Outros pensaram com tristeza ter testemunhado o lado mais escuro de suas personalidades:” Quando eu estava fazendo aquilo”, disse um “guarda”, “não sentia arrependimento. … Só depois … comecei a perceber que era uma parte de mim que eu não tinha conhecido antes”.

Certamente os pesquisadores — e os participantes — descobriram algumas coisas perturbadoras sobre o comportamento humano individual. Mas também confirmaram algumas suspeitas alarmantes sobre o comportamento grupal. Uma situação declaradamente falsa tinha sido estabelecida entre os dois grupos. Não apenas a situação tornou-se rapidamente socialmente real nas mentes de ambos os grupos — embora ela fosse totalmente diferente das situações que eles tinham conhecido em suas vidas — como os membros de cada grupo facilmente assumiram os papéis que eram esperados deles, como membros dos grupos. ALém disso, sempre que alguém se desviava das normas grupais esperadas, era rapidamente pressionado a se submeter a técnicas de pressão cada vez mais fortes. As inclinações individuais e toda uma vida de normalidade emocional sucumbiram, com rapidez e totalidade alarmantes, às pressões da autoridade e da conformidade.

 

Fonte: STONER, James A. F., (1935 – ) Administração / James A.F. Stoner, R. Edward Freeman; tradução Alves Calado; revisão de conteúdo Agrícola de Souza Bethlem. – 5 ed. – [Reimpr.] Rio de Janeiro: LTC, 2012.

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