Política

Proteção brasileira “a la nova-iorquina”

 

No “SóNotícias”, há uma postagem — O Matador de Policial — cuja autoria é atribuída ao Jornalista Alexandre Garcia.

No texto de três parágrafos, o autor faz considerações extraordinárias!

Enfatiza, no primeiro parágrafo, o despautério praticado na justiça brasileira, notadamente o “indulto de Natal”, instituto protagonista dos desencontros e desentendimentos dos Poderes da República; depois a mortalidade policial registrada, no Rio de Janeiro, e ignorada pela maioria dos brasileiros. Citou o ato condenatório de “um tribunal de Nova Iorque”, que sentenciou “à prisão perpétua, sem direito a saidões, indultos, progressão de pena ou liberdade condicional, o matador de um policial”, assim declarando:

Pelo assassinato do policial Brian, que estava em serviço, a sentença do tribunal é prisão perpétua. Toda a vida, sem liberdade condicional. Para tornar mais simples para o seu cérebro comprometido, você vai morrer na prisão. Nunca mais irá respirar ar puro fora do aço e do concreto de uma prisão do Estado de Nova Iorque. Essas sentenças são aplicadas juntas, consecutivas com cada uma. Em adição aos 300 dólares de sobretaxa obrigatória, uma taxa de 25 dólares para o sistema de assistência às vitimas de crimes, uma taxa de 50 dólares de registro de DNA, todas a serem pagas pelo condenado. Cientifico seu advogado do direito de recorrer e de tirar sua cara com esse sorriso cínico fora deste Tribunal.

Evidenciou, no segundo parágrafo, como se pratica a justiça “na maior democracia do planeta” e como são tratados os “matadores de policiais.” Mas, aqui, assiste-se ao velho filme da “corrupção institucionalizada no topo” (A imagem de mais de 50 milhões do dinheiro de Geddel fala por si, sobre a corrupção generalizada.) E, a isso, soma-se uma criminalidade narcotraficante que esfrangalha tudo e todos, submetendo crianças, adolescentes e famílias inteiras ao poderio nefasto. Corrupção política e narcotráfico tudo fazem para deixar o Estado Legal igualmente esfrangalhado! É o Estado sem ordem. Não há ordem legal, jurídica, ideológica ou pública! Assim, não se difere o que é crime político, crime comum ou crime ideológico. Tudo, “farinha do mesmo saco!”

No final, mostra a situação paupérrima que se encontram os meios e as medidas de proteção estatal e que têm o dever de assegurar proteção às pessoas e suas comunidades. Quais garantias e direitos são devidas e repassadas aos profissionais que se qualificam para tal mister? E, não se cogita, nenhum momento, desviar-se dos deveres e das responsabilidades. Ao contrário, nãos se compactua com violências desviantes. E, aos culpados, a Força da Lei! Mas, escassos os recursos mínimos, há possibilidades de violências derivadas. Quem será o culpado?

É o nosso Brasil. Rico país de belezas naturais, desde que foi descoberto! De gente boa e esperançosa. Mas, sempre teve governança repleta de hediondez! Por isso, tratam pessoas iguais, desigualmente… E, exceto sobre os direitos devidos e administrados pelas instituições militares estaduais, não sabemos o que aconteceu com policiais militares tombados em serviço. Mas lá, em Nova Iorque:

[…] Quando o policial Brian foi morto em Nova Iorque, a porta de sua casa ficou cheia de flores; o prefeito visitou a família; as honras fúnebres foram de herói; o condenado pagou uma taxa para o fundo de assistência às vítimas. Por aqui, os valores estão invertidos.

Por outro lado, sempre se exige, do policial militar brasileiro, comportamento semelhante ao do policial que atua em Nova Iorque. Mas, não se vê, por aqui, decisões políticas de segurança pública iguais as que são tomadas pela liderança nova-iorquina.

Com as informações do SóNotícias

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Antropologia #Cultura #Política

A questão racial debatida no Roda Viva

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A questão racial foi a temática debatida, no último Toda Vida, por quatro especialistas, nessa última segunda-feira (11)

Destacou-se que no “centro da roda, estão assuntos como preconceito, educação e inserção social de jovens da periferia, além da importância do desenvolvimento de relações igualitárias.”

O seleto grupo de debatedores foi constituído por Alexandra Loras (empresária); Elisa Lucinda (a atriz e escritora); Hélio Menezes (antropólogo e pesquisador da Universidade de São Paulo) e Natália Neris (pesquisadora de políticas públicas da USP e do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento). Houve, também, a exemplo de programas anteriores a brilhante “participação fixa do cartunista Paulo Caruso.”

Temática de interesse nacional, o vídeo destacado acima é imperdível. Todos, sem exceção, deveriam assistí-lo. Principalmente, pela argumentação segura e com conhecimento de causa, motivada ou expontânea, brilhantemente defendida pelos notáveis debatedores.

Houve um único senão, na fala conclusiva do Antropólogo e pesquisador USP — Hélio Menezes —, nas proposições de “desmilitarização da polícia” e atuação da “Polícia Militar” de forma generalizada. Suas considerações têm amparo nos dados carreados e analisados por cientistas do Forum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), no “Índice de vulnerabilidade Juvenil à Violência 2017 – Desigualdade Racial – Municípios com mais de 100 mil habitantes”. Porém, não há referência nenhuma sobre a Polícia Militar, ou sua forma de atuar. Há, sim, na página 72 do documento citado, destaques sobre ausências “(…) das políticas públicas no Brasil (…)” e “(…) sobre a tragédia brasileira da segurança pública (…)”.

Possivelmente, se tivéssemos mais soluções com as políticas educacionais e sanitárias preventivas para a população brasileira, a segurança pública não estaria em situação de tragédia (conforme destacou o documento) e as ações de “polícia ostensiva e preservação da ordem pública” teriam a efetividade desejada pelos cidadãos e comunidades brasileiras.

 

Fonte: RODAVIVA e FBSP.

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Comemoração

De dados, seguem-se as informações, conhecimentos, inteligência e sábias decisões…

 

No dia 20 de janeiro de 2017, o Pontopm publicou o primeiro post. De lá para cá, foram 1.969 (mil novecentos e sessenta e nove) posts publicados. São, em média, 196,7, nos primeiros 10 meses de funcionamento.

Os posts publicados e mais mais visitados encontram-se dispostos no ranking, disposto em seguida. Você poderá ver, e ler, cada um deles, clicando nos respectivos links.

Policial militar de Minas Gerais foi “assassinado” covardemente por “assaltantes” de banco, em Santa Margarida, na Zona da Mata
Contate-nos
EXTRA! EXTRA! EXTRA! O Neimar está voltando!
Quem somos
Dia “23 de Julho tem Marcha Nacional Pela Vida dos Policiais Militares”: você vai participar?
Policial militar mineira rumo ao título de Miss Minas Gerais
Posse do Poeta João Bosco de Castro na Cadeira Nº 329 da Academia Municipalista de Letras de Minas Gerais ─ AMULMIG.
Quem cuidará do Brasil?
Homenagem ao Cabo PM Marcos Marques da Silva
10º Em Águas Lindas de Goiás, 17º Comando Regional de Polícia Militar utiliza tecnologia digital para receber denúncias
11º Homenagem à Mulher: Profissional de Polícia Ostensiva!
12º Academia Municipalista de Letras de Minas Gerais receberá em seu Quadro de Acadêmicos Efetivos o Poeta e Jornalista do Pontopm
13º A noite de Tchaikovsky, com a apresentação da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, do Coral Lírico de Minas Gerais e da Orquestra Sinfônica da Polícia Militar Minas Gerais
14º PMs mortos e Feridos no Estado do Rio de Janeiro
15º 9 Princípios do Policiamento Moderno. Afinal, Quem é o autor?
16º “COMEÇOU A ‘CAMPANHA ORE PELA SUA POLÍCIA’. PARTICIPE VOCÊ TAMBÉM!”
17º Jornada Policial Rural, em Bom Despacho, realizada pelos soldados alunos do 7° Batalhão da PMMG.
18º Ações de polícia comunitária, com o suporte da tecnologia, alcançam a população rural em Japaraíba-MG
19º Polícia Militar da Bahia criou uma Companhia de Patrulhamento Tático Móvel (Patamo)
20º Governo do Estado do Ceará aumenta o salário dos servidores militares!

A publicação desses posts é resultado da inominável colaboração da Equipe Pontopm, constituída pelos parceiros fiéis — Elitan David e Jefferson Lopes —, e dos extraordinários colaboradores — Anderson Paglioni, Lídia Marília e Dário Simplício, a quem são direcionada nossa sincera gratidão.

Mas, destacaram-se, na autoria de posts destacados, os notáveis jornalistas — João Bosco e Neimar Fernandes — e a Assessoria Jurídica — Marta Loide —, todos coparticipadores neste Pontopm, aos quais registramos os mais sinceros agradecimentos, principalmente pela gentileza de dividirem seus aprimorados conhecimentos com este empreendimento desafiador.

Muitas outras pessoas colaboram imensamente conosco. Se conseguíssemos nominá-las tornaríamos este post muito extenso!

Mas a você, que nos honra com sua visita e leitura deste post, nosso muito obrigado!

Volte e visite sempre sempre o Pontopm!

E que Deus nos abençoe a todos!

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Política

Posso discordar? Discordarei…

 

Recebi esta figura, numa das redes sociais.

Circula, por aí, livremente, leve e solta! Suscita uma opinião, um posicionamento, ou não?

Discordo, completamente, de assassinatos, homicídios. Sempre discordei. Aprendi, desde cedo, que a “vida é dom de Deus”. Êle dá! Ele tira! E não precisa de ajuda, nunca precisou!

Discordo, completamente, das 111 mortes ocorridas “no Carandiru”. Discordo, também, das pessoas que insistem na perpetuação do nefasto episódio do Carandiru, mesmo depois de firmada a sentença judicial.

Discordo, completamente, das pessoas que, antes do episódio do Carandiru, pegaram em armas, pois, treinados para matar, mataram soldados indefesos, nas sentinelas de quartéis.

Discordo, completamente, das pessoas que se esqueceram de que pegaram em armas e mataram e procuram rememorar um episódio transitado e julgado.

Discordo, completamente, das pessoas que assistem aos assassinatos de 115 policiais militares, a maioria tombada em plena atividade de proteção, numa das mais importantes cidades brasileiras, dita: “Cartão Postal do País”.

Discordo, completamente, das comunidades que assistem — e nada fazem — ao justiçamento inescrupuloso de pessoas dispostas a protegê-las.

Discordo, completamente, a incapacidade de não se fazer justiça aos culpados dos milhares de assassinatos ocorridos no Brasil.

Discordo, completamente, da política brasileira que pratica ações vis e covardes contra o povo brasileiro.

Dicordo, completamente, da justiça mancomunada com a vil e covarde política brasileira, ambas praticadas praticadas pelos mais perversos dos homens.

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Atuação integrada de proteção

A morte da baleia Jubarte

Um post recente, publicado neste Pontopm informou sobre:

O resgate da baleia Jubarte na Praia Grande em Arraial do Cabo-RJ

Nessa terça-feira (24), um post da Agência Brasil, com o seguinte título “Morre baleia jubarte que encalhou em praia da Região dos Lagos”, informou, também que:

A baleia da espécie jubarte que apareceu encalhada no último domingo (22) na Praia Grande, em Arraial do Cabo, na Região dos Lagos, e foi devolvida ao mar, reapareceu hoje (24) novamente encalhada na Prainha do Pontal, também em Arraial. Desta vez, não resistiu e, mesmo com a tentativa de devolvê-la ao mar, acabou morrendo.

De acordo com o chefe do Parque Estadual da Costa do Sol, André Cavalcanti, o animal ainda é jovem, pesa cerca de 6 toneladas e 9 metros de comprimento.

Ele explicou que “por ser um mamífero de grande porte, e não ter condições de levá-lo para um aterro sanitário, a melhor opção foi arrastá-lo com o auxílio de dois barcos de turismo de grande porte à uma distância de 7 milhas náuticas, o que corresponde a quase 13 quilômetros, e abrir a barriga da baleia para que ela possa afundar”, informou.

O chefe do parque disse ainda que a operação já está em andamento e deve ser concluída até a noite.

Então, o Poder Público brasileiro sabe que baleias jubarte estão perecendo na costa atlântica do Brasil. Mas, se há crianças morrendo à mingua, que dirá baleias-de-corcovas.

Curiosamente, ao pesquisar, no Google, sobre a frase “morre a baleia jubarte”, foram encontrados “aproximadamente 71.300 resultados” em “0,44 segundos” e verificamos que houve mortes de baleias Jubarte, nos últimos 13 anos. Somente nos últimos 60 dias seriam quatro. Como assim?

Não temos mais a “Mata Atlântica” e há (?) um esforço hercúleo para preservar o que restou.

Na maioria dos estados brasileiros, os órgãos de defesa do meio ambiente têm cuidado especial com animais moribundos, vítimas de atropelamentos, ou da caça predatória ou do cárcere ilegal. São apreendidos e conduzidos aos espaços adequados para que sejam tratados, reabilitados e devolvidos, novamente às matas, no habitat natural.

Mas, e as baleias Jubarte mortas ao longo da orla atlântica brasileira? A que foi resgatada, após 20 horas, fora do seu habitat — a água do mar —, estava em condições de retornar ao mar? Não deveriam permanecer em espaços adequados (no próprio mar) e receberem cuidados reabilitatórios e, depois, serem conduzidas, de volta ao mar aberto?

Fonte: Agência Brasil.

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Clima e Cultura Organizacionais #Liderança

“A ‘Autoridade da Violência'”

 

Há lições importantes descritas no texto de “A ‘Autoridade da Violência'” (encontrada no tema “Grupos e Comissões”, do Capítulo 17, Parte Cinco — Liderança, do Livro Administração, de James A. F. Stoner e R. Edward Freeman).

Além da tratativa temática sobre “Ética Em Administração”, os gestores, dos diversos níveis e nas diversas atividades profissionais, são motivados a refletirem as relações de poder entre as pessoas. Pois, são desafiados, no dia a dia, a compreenderem as complexas relações grupais que influenciam favorável ou desfavoravelmente as ações individuais ou coletivas.

O exercício da condução e influência de grupos guia-se pelos princípios genuínos e desejáveis à uma desejável liderança. Nesse caso, os resultados bem-sucedidos somente serão alcançados, quando líderes conscientizarem-se de suas responsabilidades. Do contrário, qualquer atividade empreendida obterá insucessos, a exemplo da que é descrita em seguida:

A “Autoridade da Violência”

“Torturar tornou-se um emprego. Se os oficiais dissessem para você bater, você bateria… Você nunca pensava que poderia agir de modo diferente”. Esta é a lembrança de um jovem soldado que deu baixa do exército depois de servir um período como oficial torturador para o regime militar da Grécia. Ele fora sistematicamente treinado nas artes da obediência, dessensibilização e brutalidade, mas originalmente fora escolhido para o cargo porque julgaram-no psicológica e intelectualmente bem ajustado. Pela maioria das avaliações, ele — e outros na tropa de torturadores de elite em que trabalhava — demonstrava comportamento normal, emocionalmente estável, depois de horas de trabalho diário brutalizando outros seres humanos. Em 1976, quando a psicóloga Molly Harrower apresentou a um grupo de especialistas em avaliações de personalidade os teste psicológicos de oito criminosos de guerra nazista e oito americanos saudáveis, esses especialistas não conseguiram dizer com certeza quem era quem.

Tanto os fatos quanto as pesquisas sugerem fortemente que os torturadores, em vez de possuírem desvios hereditários ou sociais, são geralmente pessoas comuns que se submetem, em determinadas circunstâncias, ao que os psicólogos chamam de “autoridade da violência”. Dentre essas circunstâncias estão as poderosas normas e os processo de socialização que podem ser usados pelos grupos. Em 1973, três psicólogos da Universidade de Stanford — Craig Haney, Philip Zimbardo e W. Curtis Banks — realizaram uma elaborada experiência para examinar essa hipótese. Recrutando através de anúncios em jornais, os cientistas entrevistaram e testaram numerosos candidatos antes de escolher 24 do sexo masculino — todos entre 17 e 30 anos — que eles julgaram ser psicologicamente normais e socialmente bem ajustados. O grupo foi aleatoriamente dividido em “prisioneiros” e “guardas” e todos os voluntários foram informados sobre a natureza exata da experiência. Numa manhã de domingo, os “prisioneiros” foram recolhidos pela polícia local, devidamente fichados e mandados para a “Prisão do Condado de Stanford” — um ambiente de prisão completo com todos os detalhes construído no porão de um prédio da universidade. Foram despidos, receberam uniformes de prisão e foram colocados em celas vazias com barras de aços; os “guardas” receberam alojamentos mais confortáveis e uma área de recreação.

Uma experiência destinada a durar duas semanas terminou depois de apenas seis dias. Os “prisioneiros”, que eram designados apenas por números de identificação e vestidos de modo a serem “desindividualizados”, foram destituídos da maioria dos direitos civis cotidianos; e, mesmo com a proibição de punições físicas, logo começaram a dar sinais de dramática mudança emocional, inclusive “ansiedade aguda” e uma passividade que chegava às raias do servilismo total. Ficaram extremamente desanimados e até mesmo fisicamente doentes. Alguns dos “guardas”, enquanto isso, pareciam quase alegres com a experiência. Eles reforçaram seu papel com “crueldades e abusos criativos”, substituindo a proibida violência física pela agressão verbal — ameaças e insultos.

Posteriormente, alguns dos “guardas” mostraram uma combinação de excitação e horror com a sua experiência de autoridade grupal. “Foi degradante”, lembrou um deles. “Eles maltrataram uns aos outros porque eu os mandei. Ninguém jamais questionou minha autoridade”. Outros pensaram com tristeza ter testemunhado o lado mais escuro de suas personalidades:” Quando eu estava fazendo aquilo”, disse um “guarda”, “não sentia arrependimento. … Só depois … comecei a perceber que era uma parte de mim que eu não tinha conhecido antes”.

Certamente os pesquisadores — e os participantes — descobriram algumas coisas perturbadoras sobre o comportamento humano individual. Mas também confirmaram algumas suspeitas alarmantes sobre o comportamento grupal. Uma situação declaradamente falsa tinha sido estabelecida entre os dois grupos. Não apenas a situação tornou-se rapidamente socialmente real nas mentes de ambos os grupos — embora ela fosse totalmente diferente das situações que eles tinham conhecido em suas vidas — como os membros de cada grupo facilmente assumiram os papéis que eram esperados deles, como membros dos grupos. ALém disso, sempre que alguém se desviava das normas grupais esperadas, era rapidamente pressionado a se submeter a técnicas de pressão cada vez mais fortes. As inclinações individuais e toda uma vida de normalidade emocional sucumbiram, com rapidez e totalidade alarmantes, às pressões da autoridade e da conformidade.

 

Fonte: STONER, James A. F., (1935 – ) Administração / James A.F. Stoner, R. Edward Freeman; tradução Alves Calado; revisão de conteúdo Agrícola de Souza Bethlem. – 5 ed. – [Reimpr.] Rio de Janeiro: LTC, 2012.

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da Gestão Geral #Fundamentos e teorias

Princípios Gerais da Administração aplicáveis à polícia ostensiva e preservação da ordem pública

Nas explicações iniciais sobre os princípios gerais da gestão, Henry Fayol cuidou de evidenciar que o escopo da função administrativa é o corpo social. E, nos esclarecimentos seguintes, principalmente sobre o que é o corpo social, Fayol foi enfático: “a função administrativa restringe-se somente ao pessoal”.  Então, com o tempo, descobriu-se que àquela função administrativa fayolista constituía a denominada gestão de pessoas.

Fayol, àquela época, entendera a necessidade de o corpo social ter “certo número de condições, a que se pode dar indiferentemente o nome de princípios, leis ou regras”, a fim de alcançar condições saudáveis e boa funcionalidade. E explicou:

Empregarei de preferência a palavra princípios, afastando, entretanto, de sua significação toda a idéia de rigidez. Nã existe nada rígido nem absoluto em matéria administrativa; tudo nela é uma questão de medida. Quase nunca se aplicará o mesmo princípio duas vezes em condições idênticas: é necessário tem em conta circunstâncias diversas e variáveis, homens [e mulheres] igualmente variáveis e diferentes e muitos outros elementos também variáveis. Tais princípios serão, pois, maleáveis e suscetíveis de adaptar-se a todas as necessidades. A questão consiste em saber servir-se deles: essa é uma arte difícil que exige inteligência, experiência, decisão e comedimento.

A exata avaliação das coisas, fruto do tato e da experiência, é uma das principais qualidades do administrador.

Nasceu, daí, a doutrina fayolista que, com o tempo, tem sido aceita e criticada. Mas, os argumentos evidenciados pelos que a criticam,são respeitados pelos praticantes dos fundamentos propostos pelo autor. Alguns alegam a inflexibilidade; outros, a restrição, e, há, também, argumentos incoerentes e inconsistentes, com o que foi relatado por Fayol, a despeito da insistência do autor de que não estabelecia nada definitivamente. Mesmo assim quem o criticou, aqui ou acolá, não apresentou novidade capaz de substituir a que foi proposta e prevalecente há mais de cem anos.

Exemplo disso, além do que já foi citado sobre o conceito operacional dos princípios, é a quantidade desses, assim explicadas pelo autor:

O número de princípios de administração não é limitado. Qualquer regra, qualquer instrumento administrativo que fortaleça o corpo social ou facilite seu funcionamento pode-se alinhar entre os princípios e durante o tempo em que a experiência o confirmar nessa posição. Qualquer modificação no estado das coisas pode determinar uma alteração dos princípios que esse estado criou anteriormente.

Então, Fayol propõe “alguns dos princípios de administração que” teve a “oportunidade de aplicar com mais freqüência:
1º) a divisão do trabalho;
2º) a autoridade e a responsabilidade;
3º) a disciplina;
4º) a unidade de comando;
5º) a unidade de direção;
6º) a subordinação do interesse particular do interesse geral;
7º) a remuneração do pessoal;
8º) a centralização;
9º) a hierarquia;
10º) a ordem;
11º) a eqüidade;
12º) a estabilidade do pessoal;
13º) a iniciativa;
14º) a união do pessoal.”

Cada princípio será analisado de per si, inclusive, sua aplicabilidade à gestão da polícia ostensiva e a preservação da ordem pública.

 

Fonte: Fayol, Henri, 1841-1925. Administração Industrial e Geral : previsão, organização, comando, coordenação e controle/ Henri Fayol; [tradução para o português de Irene de Bonjano e Mário de Souza]. — 10ª ed. — São Paulo: Atlas, 1990.

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Polícia Ostensiva Ambiental

Baixa umidade, tempo seco… o Brasil está em chamas!

A crise coloca o Brasil em chamas! Disso, ninguém duvida!

E a situação pioria ainda mais, quando alguém se dispõe a fazer queimadas e não há recursos disponíveis aos órgãos responsáveis pelas atividades preventivas, nas cidades, parques e florestas.

Aumentaram-se, neste ano, as quantidades de incêndios, quando comparados aos que ocorreram ano passado. Aqui e acolá, Brasil afora, o fogo arde no mato seco! E o “prejuízo é muito grande na Mata Atlântica, Serrado e Pantanal”, noticiou a CBN.

Todos sofrem!

As pessoas, nas cidades, sofrem, vitimizadas pelas crises respiratórias, em consequência da qualidade do ar seco e poluído pela fuligem, lançada ao sabor da ventania final do inverno.

Os animais sofrem! Morrem queimados, seja pela falta de alimentos, estorricados pelas chamas indomáveis que avançam pela vegetação, ou pelas distâncias dos deslocamentos, na tentativa de encontrar novas fontes alimentares, quando não são atropelados nas vias rodoviárias e ferroviárias.

Não há escapatória! Há, sim, queimadas por todos os lados. Em São Paulo, no Pará, Minas…

Mas, adverte o comentarista Sérgio Abranches, da CBN: “não há fogo espontâneo”. Acrescento, ainda: fogo sem controle é um incêndio de difícil combate!

Lamentavelmente, há ainda, pessoas que não se contentam em estar num parque, em meio a um arborização, com ventos saudáveis. Insistem em “botar fogo”! É apenas um foguinho! Não vai incomodar ninguém…

Depois, o incêndio destruidor…

Ouça, em seguida, mais informações publicadas pela CBN:

 

Fonte: CBN.

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Filosofia

Santos do pau oco e interesseiros!

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No vídeo acima, o Professor Luíz Felipe Pondé — “Filósofo, escritor e ensaísta, pós-doutorado em epistemologia pela Universidade de Tel Aviv” — esclarece em poucas palavras sobre o posicionamento político e ideológico da maioria dos professores universitários.

Transito pelos corredores, salas de aulas e gabinetes de instituições do Ensino Superior (IES), desde os idos de 1976 e o que vi, ouvi e vivi motivam-me a concordar o notável Professor Pondé.

Nesse tempo, ficou pra mim, muito claro, os modelos descritos de profissionais que militam no mais legítimo espaço do diálogo, ambiência propícia à crítica genuína com argumentos e contra argumentos: fonte do saber.

Mas, não foi o que presenciamos, eu e minha geração de universitários, professores e gestores das IES, principalmente os oriundos das academias militares federais e estaduais.

Há, certamente, os professores extraordinários que se não imiscuem em nenhuma das posições destacadas pelo Professor Pondé. Nesse caso, tornam-se vítimas, consequentes de expediente abjeto.

Ao lado dos professores vitimizados, estivemos, eu e minha geração — e, possivelmente, as posteriores —. Nós, pelo de fato de sermos servidores militares. E, esses que busc(a)vam os bancos escolares das universidades brasileiras, íam [ou vão] em busca de conhecimentos outros e capazes de agregar valores às atividades profissionais desenvolvidas.

Entretanto, lamentavelmente, nas IES enfrentamos — e os mais jovens devem, provavelmente, enfrentar — um preconceito, conhecido pelo nome de seu primo estadunidense — bullying —. Esse comportamento hediondo brotava gratuitamente no coração dos professores mencionados pelo Professor Pondé. E esses professores disseminavam covardemente aos seus pupilos que assimilavam a “verdade” absoluta e “irretorquível” do “sábio mestre” dos “saberes”!

Então, o bullying escolar nasce no coração do(a) professor(a) ou do(a) aluno(a)?

E a resposta sobre o porquê procedem — ou ensinam como proceder — dessa maneira encontra-se no vídeo do Professor Luíz Felipe Pondé.

São santos do “pau oco” e interesseiros!

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Economia #Política

O que será? Uma nova ameaça que se avizinha?

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Após assistirmos ao vídeo destacado acima, vemos a exposição de um modelo político que faliu ao redor do mundo.

Depois, tomamos conhecimento da notícia — não encontrada na grande mídia — publicada, no portal do parlamento federal, e transcrita a seguir:

Frente parlamentar em defesa da soberania nacional será lançada nesta quarta

Senadores e deputados lançarão nesta quarta-feira (21) a Frente Parlamentar Mista em Defesa da Soberania Nacional. O senador Roberto Requião (PMDB-PR) será o presidente da frente parlamentar e o deputado Patrus Ananias (PT-MG) será o secretário-geral.

O objetivo, disse Requião, é “reunir não apenas o Congresso, e sim todo o país, em defesa dos interesses nacionais, fortemente agredidos pelo atual governo da República”.

O senador listou exemplos da “investida contra a soberania nacional”. Entre eles, a venda de terras para estrangeiros sem qualquer limite, a venda a preços irrisórios do petróleo da camada pré-sal, a submissão absoluta à globalização financeira, a cessão da base de Alcântara, a desindustrialização do país, tornando o Brasil mero produtor de commodities minerais e agrícolas, as reformas trabalhista e previdenciária, precarizando os direitos dos trabalhadores para oferecer mão de obra barata às multinacionais.

Para Requião, o “entreguismo” do governo Temer é explícito e caso não seja combatido acabará transformando o Brasil em um simples “estado associado”, como Porto Rico em relação aos Estados Unidos.

O lançamento da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Soberania Nacional, que tem apoio de 18 senadores e 201 deputados, está marcada para as 15h, no Plenário 2 da Câmara dos Deputados.

Na última sexta-feira (25), encontramos outra notícia — igualmente, não encontrada na grande mídia — publicada, no portal do parlamento mineiro, e transcrita a seguir:

Agenda – ALMG inaugura novo espaço de participação popularAssembleia também promove encontro regional do Fórum do Livro na semana de 28 de agosto a 1º de setembro.

A Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) vai ganhar mais um espaço aberto à participação popular. Trata-se do Auditório José Alencar Gomes da Silva, que será inaugurado nesta segunda-feira (28/8/17), em solenidade que contará com a presença do presidente da ALMG, deputado Adalclever Lopes (PMDB), e do governador Fernando Pimentel.

A crescente presença dos cidadãos nos eventos institucionais gerou a necessidade de um local que comporte maior número de pessoas. O auditório terá 168 assentos na plateia. Integrado com o Espaço Democrático, que permite a transmissão em tempo real dos eventos pelo videowall, agrega mais 500 lugares.

Durante o evento, também será lançada, em Minas Gerais, a Frente Parlamentar Mista em Defesa da Soberania Nacional. Entidade civil suprapartidária, o grupo é integrado por 201 deputados federais e 18 senadores de vários partidos.

Fórum – A cidade de Varginha (Sul de Minas) vai abrir, na terça (27), a etapa de interiorização do Fórum Técnico Semeando Letras – Plano Estadual do Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas, realizado pela Assembleia em parceria com as Secretarias de Estado de Cultura e de Educação.

O objetivo é coletar sugestões da sociedade para a elaboração do Plano Estadual do Livro, que vai nortear políticas públicas para a democratização do acesso à leitura.

No jornal da Globo Minas, foi publicado, nesta data, o vídeo mostrando o evento previsto anteriormente.

Interessante que os organizadores da entidade — que se quer ver prestante e atuante — estão no poder, desde 2003, com um modelo político e econômico falido completamente.

Esses notáveis Cavaleiros do Apocalipse, pretendem o quê? A defesa da soberania nacional?

Isso tudo, o que será? Uma nova ameaça que se avizinha?

 

Fontes: Foto (Pixabay), vídeo (Prageru) e textos (destacadas acima).

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