Um olhar menos míope… e que vale a pena!

Um olhar menos míope… e que vale a pena!

Olhar para o Ano de 1964 e focar o Dia 31 de Março, arvorando-se conhecedor é muito arriscado. É preciso fazê-lo com um olhar menos míope… e que vale a pena!

Não se pode valer apenas da ciência segmentada, apesar da validade parcial — quando praticada sem viés —. Só, a ciência segmentada, é frágil. E, mesmo completa, a Ciência pode não consolidar Conhecimento. Este, está alhures, na maioria das vezes, do limitado espaço, ou do fenômeno que se não considerou, na produção científica.

Ciência mais Conhecimento é igual Sabedoria. A equação é simples assim.

Hoje é 31 de março de 2018, sábado. É o “sábado de aleluia”, quando a maioria dos brasileiros se calam. Alguns, corajosos, decidem falar e expor um olhar menos míope… e que vale a pena! Nesse caso, destacamos os olhares percebidos em duas postagens:

Primeira postagem sobre um olhar menos míope… e que vale a pena!

No texto “A mídia e o golpe de 1964: revista O Cruzeiro como aliada do discurso das forças militares”, os autores destacaram, no resumo:

Ao completar 50 anos do golpe de Estado que instaurou a ditadura militar no Brasil, evidenciamos a importância de revisitar o arquivo documental de matérias que foram veiculadas pela grande mídia durante aquele período. A instauração da Comissão Nacional da Verdade – Lei n.º 12.528 de junho de 2012 – e as recentes manifestações de movimentos sociais em defesa do direito à verdade e justiça têm movimentado o cenário político nacional e encontram lugar na análise proposta por este estudo. O discurso que desperta o nosso interesse é o político, concebido como embate, relação de forças que se materializam pelo próprio discurso. E, arquivo é entendido aqui, a partir de Horta Nunes, “não como um conjunto de ‘dados’ objetivos dos quais estaria excluída a espessura histórica, mas como uma materialidade discursiva que traz as marcas da constituição dos sentidos” (2005, p.2).

Na Parte conclusiva, onde se encontram os “Apontamentos finais”, os autores afirmaram:

Durante a análise do discurso da revista O Cruzeiro, foi possível identificar sentidos que se reproduzem, se repetem, se (re)significam ainda hoje, através dos grandes meios de comunicação. As forças políticas que agiram ativamente na deposição do presidente João Goulart atuavam em benefício do capital estrangeiro, criando um distanciamento moral com aqueles que se atreviam a questionar esse modelo de sociedade. O discurso de O Cruzeiro que, além de conservador, na maior parte dos casos, se mostrou preconceituoso e agressivo, resulta de uma memória discursiva na qual o mundo estaria dividido em dois extremos – de um lado o capitalismo (sistema político considerado ideal) e, de outro, o comunismo (considerado antidemocrático e, portanto, prejudicial). É o que a doutrina persa chama de maniqueísmo, ou seja, de um lado estaria todo o bem e, de outro, todo o mal. Assim, O Cruzeiro, símbolo da constelação celestial, a qual está estampada na bandeira do Brasil, entendia equivocadamente que estava alinhado com as “forças do bem” e combatia as “forças do mal”. Em fevereiro de 2009, ao empregar o termo “ditabranda”, em editorial, o jornal Folha de São Paulo recorreu à memória discursiva de O Cruzeiro. A intenção era combater um discurso que estava sendo retomado no processo histórico da luta socialista travada na Venezuela. O caráter eufêmico do discurso de um dos principais jornais do Brasil, ao tratar da formação ideológica responsável pelo golpe militar no Brasil, procurava estabelecer uma relação de confrontação à vitória de Chávez nas eleições daquele ano; diga-se de passagem, uma escolha referendada nas urnas – pela via democrática. Sob determinadas condições de produção e recorrendo ao esquecimento ideológico, o mesmo discurso utilizado pela revista O Cruzeiro continua arregimentando adeptos, pois, ainda hoje, se faz presente no imaginário social. De nossa parte, consideramos importante ressaltar que nós, analistas, também não estamos fora da interpretação e, por conseguinte, da história. Importa, então, compreender que nossa interpretação se dá de acordo com os saberes próprios ao “lugar social” em que estamos inscritos – intervém aí a ideologia e o inconsciente como constitutivos do dizer, do interpretar. E, desse processo advém a possibilidade de outra(s) interpretação(ões).

Segunda postagem sobre um olhar menos míope… e que vale a pena!

Em outra postagem, de 1994, intitulada “Francis faz relato tranquilo de 1964; […]”, o autor escreveu:

Francis faz relato tranquilo de 1964
1964. 31 de março ou 1º de abril? Revolução ou golpe? Com essas perguntas, Paulo Francis abre seu novo livro, para fechá-lo confessando que se distanciou do tema prometido. Ele de fato faz uma crônica pessoal dos acontecimentos em questão, fala de suas personagens centrais, João Goulart e os militares, ministros, políticos, intelectuais e jornalistas. O banco de dados de que se vale são suas próprias reminiscências. Embora não fosse protagonista, estava suficientemente próximo do centro para poder amarrar algumas de suas pontas desconexas.
Como se trata, porém, de Paulo Francis, ninguém que lhe tenha acompanhado a carreira esperaria um relato frio, impessoal, impassivelmente analítico, nem ele mesmo se posiciona enquanto historiador –e reclama, aliás, da omissão dos profissionais, de quem cobra muito mais trabalho. As memórias do golpe/revolução, desde o começo, vão sendo entremeadas por suas considerações favoritas –sobre arte e literatura, religião e política, a mortalidade e a natureza humana.
Uma de suas características sempre foi, não se pretendendo filósofo ou coisa semelhante, a de discorrer sobre tópicos assim sem resvalar na normatividade, nem abrir demasiadamente sua intimidade ao leitor, que é sempre mantido a uma distância civilizada. A criação dessa distância, maior que a da amizade, menor que a da estranheza, talvez seja a chave de seu estilo e depende, seguramente, de seu modo de começar, conduzir e fechar uma frase ou período, do desenvolvimento da argumentação que, não raro, envolve o interlocutor numa digressão para interrompê-lo com uma síntese epigramática. Sua insistência em chamar as opiniões de opiniões permite que seja lido mesmo por quem –excluindo-se os dogmáticos– não as compartilha.
Mas não é tanto o prazer da digressão que norteia o livro. Aferrando-se na medida do possível a um tema que poderia ser antes definido como a questão brasileira do ponto de vista de uma geração que chegou à idade adulta entre a era Vargas e o ciclo militar, Francis parece ter começado a escrever seguro de que 1964 resumia em si os principais aspectos do problema, para ir descobrindo, à sua revelia, que o evento central se encontrava em outra data. Apesar do título e do subtítulo, “Trinta Anos Esta Noite – 1964 – O que vi e vivi” poderia perfeitamente se chamar “Quarenta Anos este Ano”, “1954” ou, parafraseando Rubem Fonseca, “Agosto”.
Muitos retratos são traçados nas suas páginas, mas as personagens que acabam se impondo são duas: Getúlio Vargas e Carlos Lacerda. Fica também a impressão forte de que as coisas teriam se decidido de verdade com o suicídio do primeiro. O que aconteceu dez anos depois não passaria de um “post scriptum”longamente adiado. Quem considera o autor um cosmopolita desenraizado ou algo assim (esquerda e direita possuem inúmeros sinônimos para essa expressão) pode eventualmente se admirar com o quanto ele se preocupa em tentar entender este país. Francis, no entanto, não apenas ambientou toda sua ficção no Brasil como nunca deixou de buscar compreendê-lo e explicá-lo. Entre os projetos de que já falou mas não trouxe ainda a público havia uma peça sobre a Guerra dos Farrapos, de cujas minúcias, em entrevista, ele se provou conhecedor.
Além de declarações bem claras, há detalhes no texto indicando que o público desejado é sobretudo o de pessoas que, ainda jovens, eram no máximo crianças em 1964. Dois exemplos: Francis esclarece que a Guanabara é o atual estado do Rio; e se vê obrigado a dizer quem era Tito. Isto torna “Trinta Anos” sua obra mais didática e menos polêmica. É claro que ele ainda denuncia a esquerda e suas mentiras, o conformismo subdesenvolvido e suas pretensões, as simplificações maniqueístas. Não o faz, porém, para irritar os pterodáctilos impenitentes. Confirmado pela história recente, ele se abstém de chutar cachorros mortos.
Há tranquilidade na sua exposição traçada nos pontos de encontro da memória com a análise. Ambas remetem a um país que, embora seja o Brasil, surge remoto, perdido num tempo diferente, quase incompreensível. Assim, o que mais faz falta no livro é uma quantidade ainda maior de digressões. Francis foi critíco de teatro, cinéfilo e participou do meio literário e jornalístico brasileiro. Ele se concentrou no tema escolhido às custas de outros tantos retratos pessoais, considerações críticas e episódios da “petite histoire” que, atualmente, não fazem menos falta que interpretações mais amplas, históricas ou políticas.

Concordo com a propositura dos dois textos. O primeiro sabia onde iria chegar, o segundo, sei não!

No primeiro, concordo com a última frase da citação. Mas, afirmativa de que “desse processo advém a possibilidade de outra(s) interpretação(ões)”, não é contraditória ao que foi descrito anteriormente? E quanto ao título do texto escolhido pelos autores?

O outro texto, o autor, discorre sobre o Livro “Trinta Anos Esta Noite – 1964 – O que vi e vivi, de Paulo Francis”, mantém um olhar menos míope… e que vale a pena!

Será que Paulo Francis, que não foi citado pelos autores do primeiro texto, concordaria com eles?

Com as informações das fontes destacadas acima e do Consciência.Blog

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Lições que vêm do além-mar

No jornal Diário de Notícias (DN), encontra a postagem “O segredo da Finlândia é todas as escolas serem igualmente boas”.

Foi destacado que “Em Lisboa para participar numa conferência sobre educação, a ministra Sanni Grahn-Laasonen falou ao DN na residência da embaixadora Tarja Laitiainen no Restelo.”

Naquele DN, foi igualmente enfatizado que:

Destacando o respeito da sociedade finlandesa pelos professores e a autonomia de que estes gozam, a ministra da Educação finlandesa admite que com as raparigas a obterem resultados escolares tão melhores do que os colegas do sexo masculino, a preocupação agora no seu país é evitar que o abismo cresça e “procurar formas de motivar os nossos rapazes a estudarem”.

Eis a transcrição, na íntegra, da entrevista publicada:

A Finlândia foi considerada há dias o país mais feliz do mundo, a educação é essencial para essa felicidade?

Claro que sim. Ficámos muito surpreendidos e felizes com o resultado. Celebrámos o nosso centésimo aniversário em 2017 e isso deu-nos uma excelente oportunidade para olharmos para o que alcançámos desde a independência. Passámos de um país muito pobre e distante para o mais feliz do mundo. Estamos no topo de muitos rankings. A educação teve um papel crucial. Estou muito orgulhosa por os ministros que vieram antes de mim terem desenvolvido o sistema de educação finlandês constantemente. Por isso nos tornámos um dos países com um dos melhores desempenhos. O ensino é uma profissão muito popular na Finlândia. Muitos dos nossos jovens talentosos querem ser professores. É uma profissão respeitada. E isso tem uma explicação histórica. Antigamente, havia pequenas comunidades muitas vezes com um só professor para ensinar as crianças. Quisemos dar a cada criança igualdade de oportunidades. Independentemente do passado familiar. Como mãe, agradeço que a minha filha possa ir à escola mais próxima e que seja tão boa como qualquer outra na Finlândia. Esse é um dos segredos da nossa educação: que todas as escolas sejam igualmente boas e que todas ofereçam a melhor educação.

O respeito pelos professores é um dos segredos da educação finlandesa, outro é dar liberdade às crianças para serem crianças?

Sim. Quase não há exames nacionais e os professores são profissionais com muita formação. Todos têm mestrado. Damos-lhes muita autonomia, de forma a que possam escolher os materiais que usam, os métodos que usam. São eles que decidem como ensinam, onde ensinam. Claro que temos um plano nacional de educação, que foi recentemente renovado, mas os professores têm autonomia e acho que isso nos deu excelentes resultados.

Uma das maiores queixas dos pais em Portugal é o excesso de trabalhos de casa. Como é na Finlândia?

Também temos trabalhos de casa, mas não muitos. E os dias de escola são bastante curtos. Por exemplo, quando a escola começa, aos 7 anos, só têm quatro horas de aulas por dia. Não temos de ter dias longos e muitos trabalhos de casa graças à alta qualidade dos professores. Depois as crianças podem ter passatempos. Não queremos que a nossa escola seja demasiado stressante. Queremos que aprender seja divertido. Muitas escolas oferecem atividades para os alunos, sobretudo os mais novos. E estamos a tentar diversificar a oferta.

O que pode Portugal aprender com o sistema de ensino finlandês? Podemos esperar mais cooperação?

Já cooperamos bastante. O meu colega português do Ensino Superior e Ciência [Manuel Heitor] visitou a Finlândia no início do ano. E eu estou muito feliz por participar nesta conferência, com o sindicato dos professores. No futuro podemos trocar mais ideias e aprender uns com os outros. Estou a fazer contactos e espero que o nosso sistema de educação seja ainda mais aberto e internacional. Há universidades finlandesas que têm acordos com universidades portuguesas.

Direito de voto, primeiras deputadas ainda antes da independência. As mulheres finlandesas sempre foram pioneiras. Isso deve-se muito à educação?

A educação teve um impacto muito forte. Eu, por exemplo, sempre achei que queria ter ambos: uma carreira e uma família. Não havia cedências. Para isso é importante que os pais também assumam as responsabilidades em casa e com os filhos. A Finlândia tem sido muito ativa na construção de uma sociedade igualitária. E espero que isso continue no futuro. Quero viver num país em que a minha filha de 4 anos pode ser aquilo que quiser quando crescer. Não importa se se é rapaz ou rapariga ou em que família se nasceu. Neste momento na Finlândia chegámos ao ponto em que as raparigas estão a ter resultados tão melhores do que os dos rapazes, e estamos preocupados que esse abismo possa crescer nos próximos anos. E estamos à procura de formas de motivar os nossos rapazes a estudar.

Na Finlândia têm uns kits de maternidade que incluem, entre outras coisas, três livros, um deles para o bebé. Nunca é cedo de mais para começar a educar uma criança?

Não. E segundo as últimas investigações, é importante começar a ler para a criança ainda antes de esta nascer. É importante começar cedo. Nós temos este kit de que estamos muito orgulhosos. É uma forma de apoiarmos as jovens famílias e encorajá-las a ler, o que é importante mais tarde para a criança. Quando uma família está à espera de um bebé, receber o kit é um momento maravilhoso. Traz roupas, fraldas e outros produtos para o bebé.

Têm exportado esta ideia. Há países interessados no kit?

Sim. Vários países já se mostraram interessados (México, uma experiência no Canadá).

Em 2016 lançou uma campanha contra o racismo e o discurso de ódio. Estes são novos desafios da educação?

Sim. Temos discutido muito isso a nível europeu. Temos de combater juntos o populismo, mas também as redes sociais, que dão cada vez mais espaço aos discursos de ódio. Temos de educar os jovens para pensarem de forma crítica.

Comentários postados

Até o momento da edição deste post, foram localizados os seguintes comentários:

Funciona. porque á dinheiro, moral, e não têm apendices ou parasitas sociais e os politicos dão o exemplo correcto, e não a imagem de irem, para o poder e encherem os bolsos á custa do erario publico, a ‘CHICA ESPERTICE’ é louvada e a moral em prol do bem comum desprezada, o propio povo chula o estado, os politicos chulam o estado, e assim se vai vivendo neste pais…..daqui á Finlândia não são só 4000 Km´s , são 100 anos luz de distancia.

Por exemplo, um filandês não escreve ‘à dinheiro’, mas há dinheiro.

O sucesso parte de baixo para cima. Ora, em Portugal existiam boas condições de sucesso geral, partindo do ensino, porque a pobreza e efeitos vindos ainda da II guerra mundial, teriam sido o ingrediente a explorar, se acaso não se tivessem mantido como governantes vindos do tempo revolucionário, pessoas que apenas sabem protestar, e sem as qualificações ciêntifica e técnicas, que uma boa gestão governativa exige. A modestia é o melhor ponto de partida para o sucesso; só que esse desiderato, tem sido um mal que nos tolhe o desenvolvimente. É como se diz em chinês;’muitos chefes e poucos indios’. Houve tempo em que para compor listas de candidatos a uma Junta de Freguesia, a maior parte dos elementos queriam ser chefes.. encabeçar o grupo. Temos portanto um grande défice cultural, que vem da Escola, porque ela começou mal, quando começou o regime. E, o principal erro que se mantem, tem a ver com o encerramento do ensino para o trabalho: falamos do ensino Técnico (Industrial e Comercial), abolido em 1975, porque alguém meio parvo/s, entendeu e entende ainda, vir a formar em Portugal um país de doutores: e, com isso a felicidade eterna.

A questão é: todos estudam o que lhes apetece, todos têm mestrado. Mas sabem fazer alguma coisa? Essa é que é a questão…
O paradigma de exemplo da Finlândia, a Nokia, já era…
Mas continuam a apresentar a Finlândia como o exemplo em educação a seguir…

criancas tem muito stress nas escolas, o que provoca muita ansiedade nos alunos.

O paradigma de exemplo da Finlandia, a Nokia, ja’ era… ou melhor, CONTINUA. So’ o departamento dos telemoveis foi vendido, o resto que e’ muito CONTINUA. O mundo necessita de bons exemplos. SUOMI

Você está 100% errado, não estudam o que lhes apetece. E quem tem mestrado são os professores.Todos! E se sabem fazer alguma coisa? Que pergunta descabida. Sim sabem ensinar, e muitissimo bem….mas entendo que a sua pergunta tem segunda intenção, pelo que, dada a sua ignorância, fico-me por aqui. E essa da Nokia, que já era, mas que continua a ser, demonstra que você não conhece a história dessa grande empresa. Podia ter ficado calado e não dizer asneiras.

Aprendamos com os melhores antes que seja demasiado tarde, uma vez que a conscencialização/educação de um povo leva algum tempo (décadas), já estamos deveras atrasados e sempre à mercê de descontinuidades e novas experiências de planos de educação. Finlândia…Em boa verdade os resultados são passíveis de confirmação e contra factos não há argumentos…

Sra Ministra,não haveria a possbilidade dos professores de Portugal,(não todos) fazerem um estágio com nota,na Finlândia?E já agora para governantes?

Amigos, temos muitas finlândias no nosso país. Escolas que os portugueses desconhecem, projetos que o Estado persegue e até extingue.

aos 3 anos começamos a matar a ‘criança’ que cada um de nós tem dentro, ao colocá-las num infantário das 7h às 19h. Depois continua nos restantes níveis de ensino onde uma criança está enfiada dentro de uma sala de aulas das 8h30m às 18h, com 3 ou 4 intervalos de 15m. Então onde está o tempo para se ser criança, para se brincar?

Isso é só para quem tem os meios para pagar instituições privadas. O ensino básico publico ocupa apenas meio dia, o resto são atividades (quano há).
A pergunta que deixo sempre é, e qual é a escolha num contexto em que o país trabalham horas a fio? É que ninguem pensa nessa parte!

O que a senhora ministra não conta é o resto, o que se passava nos anos 70 e 80. É politica e sabe vender o peixe. Também andaram a comer os juros que a tralha financeira andou aqui a mamar. Sabem muito.

[…]

Com as informações do DN

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A intransparência da coisa pública no cenário aéreo brasileiro

No Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa encontram-se, entre milhares, os vocábulos “república” e “intransparência”.

República é um nome feminino. A etimologia destaca que aquele nome vem do Latim : respublica, que é “coisa pública”. É um nome com muitos significados gerais e específicos. Entre os gerais, destaco que república é “interesse geral de todos os cidadãos de um Estado. Entre os específicos, chama minha atenção o “pejorativo república das bananas”, com as seguintes explicações:

1. expressão usada para caracteriza um país pequeno, economicamente dependente do exterior, em que há um desrespeito generalizado pelas leis e pelo interesse público.
2. situação em que reina o caos e/ou a corrupção.

Intransparência, segundo o dicionário, é, igualmente, um nome feminino com “característica ou particularidade do que não é transparente; sem transparência; opacidade”.

Mas, esses nomes e seus significados não têm importância nenhuma, quando lemos a reportagem de “Gabriela Echenique e Carolina Martins” publicada assim na CBN:

Quatro mil trezentas e noventa horas – foi esse o tempo que as autoridades brasileiras passaram voando de graça nos aviões da Força Aérea no ano passado. Horas de voo suficientes para fazer mais de 100 viagens ao redor do mundo. Levantamento exclusivo feito pela CBN indica que ao longo de 2017 foram 2.330 voos – isso sem contar as viagens presidenciais, que não são divulgadas no relatório da FAB. Uma média de seis viagens por dia para transportar ministros e os chefes do Legislativo e do Judiciário. Mas, em alguns dias do ano, foram quase 20 decolagens.

Rodrigo Maia, presidente da Câmara, é o campeão. Viajou 210 vezes com aviões da FAB no ano passado – uma média de mais de 17 voos por mês. Foram 314 horas ou 13 dias inteiros, literalmente nas nuvens. Maia chegou a viajar até oito vezes em apenas uma semana. Isso aconteceu em março, julho, agosto e novembro, por exemplo. Sempre pede avião para nove pessoas.

A FAB não divulga os gastos das viagens, nem por meio da lei de acesso à informação. Alega que o dado é estratégico e, por isso, sigiloso. Mas, a pedido da CBN, um engenheiro da USP calculou quanto de combustível o avião usado normalmente por Maia consome. O modelo VC-99B – Legacy, que comporta até 15 pessoas, gasta mil e duzentos litros por hora. Considerando o preço médio do combustível da aviação, as viagens de Maia custaram aos cofres públicos mais de R$ 1,3 milhão. A maioria dos voos foi entre Brasília, Rio de Janeiro – onde o deputado mora – e São Paulo.

Os outros chefes de poderes viajaram bem menos. O presidente do Senado e do Congresso Nacional, Eunicio Oliveira, usou aviões da FAB 59 vezes no ano passado. A presidente do STF, Carmen Lúcia, voou 60 vezes.

Por meio de nota, a assessoria de Rodrigo Maia informou que o presidente respeita as regras estabelecidas para solicitação de voos oficiais, já que ele tem o direito de usar aviões da FAB em viagens a serviço e a deslocamentos para o local de residência. Sobre a comitiva, a presidência da Câmara diz que Maia sempre é acompanhado pela a equipe de segurança, mas não passa a lista de passageiros. A reportagem CBN apurou que alguns ministros e deputados costumam pegar carona com o presidente da Câmara.

Entre os chefes do primeiro escalão, o que mais viajou foi o ministro de Desenvolvimento Social, Osmar Terra: 154 voos para todos os cantos do país. Alguns até entre cidades bem próximas, como Brasília e Goiânia: voos que duraram menos de 20 minutos. A assessoria do ministro diz que a utilização de voos da Força Aérea para percursos menores permite que ele cumpra mais compromissos em menos tempo.

O ministro da Defesa, Raul Jungmann, aparece em segundo lugar no ranking – foram 152 voos em 2017. Trinta e três para fora do país. Ele garante que todos foram para cumprir agendas oficiais de trabalho.

Não há limites para o número de voos nem de solicitações. E como os gastos são mantidos em sigilo, é difícil fiscalizar. Em 2017, foram gastos pelo Comando da Aeronáutica cerca de R$ 180 milhões apenas em combustíveis e lubrificantes de aviação. No orçamento deste ano, a previsão de gastos subiu mais de 30% – 237 milhões.

A diretora executiva do Observatório Social do Brasil, Roni Rodrigues, reclama da falta de transparência.

‘Eu me pergunto se viagens para assuntos públicos, assuntos parlamentares, dos ministérios, se elas são sigilosas? O que o contribuinte espera é que os governantes e representantes deem publicidade de suas ações. Até porque governam e legislam com recurso caro dos nossos impostos’.

Ministros, chefes de poderes, além do presidente e do vice, podem usar os aviões da Força Aérea. A solicitação deve ser feita com 48 horas de antecedência, junto com informações sobre o destino, o horário da viagem, o motivo e quantas pessoas a autoridade pretende levar. É depois disso que a FAB reserva o avião. A capacidade dos modelos varia de 5 a 50 pessoas. Tem ministro que pede o maior avião e viaja com ele lotado. O campeão em comitivas no ano passado foi o chefe da Agricultura, Blairo Maggi. Em março de 2017, o ministro fez duas viagens para o Sul cheio de acompanhantes. Na primeira, levou 50 passageiros. Procurada pela CBN, a assessoria informou que levou 38 embaixadores para uma exposição agropecuária.

Conheça mais detalhes explicativos, na seguinte reportagem radiofônica:

Afinal, somos cidadãos da República ou bananas da república?

Com as informações da CBN

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Decretada a Intervenção Federal no Rio de Janeiro

Na tarde deste dia 16 de fevereiro de 2018, foi publicada, no portal da Agência Brasil, uma notícia com o seguinte título de “Temer diz que governo dará respostas duras e firmes ao crime organizado no Rio”.

Curiosamente, chama a atenção a foto ilustrativa da postagem, onde se vê o chefe do executivo brasileiro, no momento da assinatura do “decreto”, ladeado pelo governador do Estado do Rio de Janeiro e o presidente da Câmara dos Deputados do Brasil. Na imagem, ao fundo, encontram-se, da esquerda à direita, os titulares do Ministério da Fazenda; da Justiça e Segurança Pública e da Defesa.

A esperança do povo brasileiro é a de que os responsáveis pela defesa e segurança pública brasileiras entregaram, ao chefe do executivo brasileiro, os relatórios elaborados pelas respectivas agências de inteligência, nomeando os titulares da bandidagem que roubam e matam descaradamente os cidadãos do Rio, a fim de que sejam presos, julgados e, apenados, na forma da Lei.

A esperança do povo brasileiro, e a de todos os fluminenses que trabalham honestamente para sustentar-se a si e aos seus, a partir de hoje, é a de que a “metástase que se espalha pelo país e ameaça a tranquilidade do nosso povo” e “domina no Rio”, segundo o chefe do executivo brasileiro, seja contida. Que cessem as ações inescrupulosas do narcotráfico, tráfico de armas e lavagem de dinheiro.

Nossa esperança é que a “intervenção Federal” citada 7 vezes, na Constituição da República Federativa do Brasil, e destacada de “natureza militar”, no parágrafo único, do Art. 2º, d Decreto transcrito abaixo) não tenha vício de inconstitucionalidade e obtenha o apoio indispensável do Congresso Nacional(Art. 49,IV); os conselhos da República (Art. 90,I) e de Defesa Nacional (Art. 91, § 1º, II).

É lamentável a incompetência e incapacidade dos governos, na gestão da segurança pública, do mesmo modo que desconhecemos argumentos e dados plausíveis e justificáveis ao “grave comprometimento da ordem pública no Estado do Rio de Janeiro.”

Ao ilustre mineiro, de Belo Horizonte — general Walter Souza Braga Netto — auguramos votos de sucessos profissionais, na desafiadora missão.

Além disso, o “clamor político” apela, novamente, à organização militar, instituição célere, transparente e muito competente. E, queira Deus, que os “corvos políticos”, de um futuro próximo, não tergiversem e distorçam resultados auferidos, a exemplo de situações anteriores.

Que os constitucionalistas brasileiros digam a respeito do “decreto” transcrito a seguir:

Veja a íntegra do decreto:

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, caput, inciso X, da Constituição,

DECRETA:

Art. 1º Fica decretada intervenção federal no Estado do Rio de Janeiro até 31 de dezembro de 2018.

§ 1º A intervenção de que trata o caput se limita à área de segurança pública, conforme o disposto no Capítulo III do Título V da Constituição e no Título V da Constituição do Estado do Rio de Janeiro.

§ 2º O objetivo da intervenção é pôr termo a grave comprometimento da ordem pública no Estado do Rio de Janeiro.

Art. 2º Fica nomeado para o cargo de Interventor o General de Exército Walter Souza Braga Netto.

Parágrafo único. O cargo de Interventor é de natureza militar.

Art. 3º As atribuições do Interventor são aquelas previstas no Art. 145 da Constituição do Estado do Rio de Janeiro necessárias às ações de segurança pública, previstas no Título V da Constituição do Estado do Rio de Janeiro.

§ 1º O Interventor fica subordinado ao Presidente da República e não está sujeito às normas estaduais que conflitarem com as medidas necessárias à execução da intervenção.

§ 2º O Interventor poderá requisitar, se necessário, os recursos financeiros, tecnológicos, estruturais e humanos do Estado do Rio de Janeiro afetos ao objeto e necessários à consecução do objetivo da intervenção.

§ 3º O Interventor poderá requisitar a quaisquer órgãos, civis e militares, da administração pública federal, os meios necessários para consecução do objetivo da intervenção.

§ 4º As atribuições previstas no art. 145 da Constituição do Estado do Rio de Janeiro que não tiverem relação direta ou indireta com a segurança pública permanecerão sob a titularidade do Governador do Estado do Rio de Janeiro.

§ 5º O Interventor, no âmbito do Estado do Rio de Janeiro, exercerá o controle operacional de todos os órgãos estaduais de segurança pública previstos no art. 144 da Constituição e no Título V da Constituição do Estado do Rio de Janeiro.

Art. 4º Poderão ser requisitados, durante o período da intervenção, os bens, serviços e servidores afetos às áreas da Secretaria de Estado de Segurança do Estado do Rio de Janeiro, da Secretaria de Administração Penitenciária do Estado do Rio de Janeiro e do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro, para emprego nas ações de segurança pública determinadas pelo Interventor.

Art. 5º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.

Com as informações da Agência Brasil

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“Cachaça não é água não! Partilhem este alerta e bom Carnaval, em segurança.”

Uma postagem do FaceBook da Polícia de Segurança Pública (PSP) publicou, com o título de “Cachaça não é água não! Partilhem este alerta e bom Carnaval, em segurança”, o seguinte folder orientativo aos condutores de veículos, durante o período momesco:

No folder, destacou-se a pergunta: Pensa Que Cachaça é Água? E a resposta está destacada na primeira parte da frase utilizada no título.

A orientação é utilizada lá — em Portugal — e aqui, no Brasil, pelas forças de segurança pública, visando à prevenção da vida! Minimizar as causas de óbitos nas vias urbanas e rodovias.

No Brasil, há uma marchinha carnavalesca, de autoria questionável, que contém, nos primeiro e segundo versos da primeira estrofe, a pergunta: Você pensa que cachaça é água?; e a resposta: Cachaça não é água não!

1 – Letra da Marchinha — Cachaça Não É Água

Você pensa que cachaça é água?
Cachaça não é água não
Cachaça vem do alambique
E água vem do ribeirão

Repete a primeira estrofe

Pode me faltar tudo na vida
Arroz, feijão e pão
Pode me faltar manteiga
E tudo mais não faz falta não

Pode me faltar o amor
(Disto eu até acho graça)
Só não quero que me falte
A danada da cachaça

Repete a primeira estrofe

2 – Autoria da Marchinha

Num post — A Polêmica da Marchinha da Cachaça —, discute-se a autoria da marchinha, segundo o GAZETA DO POVO, onde se vê o seguinte destaque:

Pouca gente sabe, mas o autor da marchinha “Cachaça” (“Você Pensa que Cachaça é Água”), viveu boa parte de sua vida em Londrina. A música, tocada há décadas em diversos bailes e desfiles de Carnaval, foi composta por Marinósio Trigueiros Filho. Baiano, natural de Salvador, Marinósio aportou em Londrina no início da década de 1940. Os herdeiros do compositor, que moram na cidade, acabam de ganhar, em segunda instância, uma ação por danos morais contra o Sistema Globo de Gravações Audiovisuais Ltda (Sigla), do qual a gravadora Som Livre é a mais conhecida.

Com as informações da PSP e GAZETA DO POVO

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Há uma mídia social certa?

A Comunicação Social deve ser considerada de tal modo, no contexto da polícia ostensiva e preservação da ordem pública, que angarie dividendos de simpatia com o público alvo. Este, denominado interno e externo, não pode ser desconsiderado, na gestão daquela importante função das instituições de proteção das pessoas e comunidades ao redor do mundo.

Daí, aos respectivos gestores,  são dirigidas as seguintes indagações: as pessoas integrantes do público, interno e externo, tem conhecimento, do que tem sido feito? Qual a efetividade da prestação do serviço, na visão do integrante do público, interno e externo? A satisfação de ambos, aumenta ou diminui, com o passar do tempo?

Houve um tempo que seria muito difícil coletar e analisar dados e informações para as respostas acima.

Atualmente, não é mais assim, com o fácil acesso às mídias sociais e saber utilizá-las, nas condições de ferramentas adequadas, é uma decisão significativa à elaboração de respostas convincentes aos questionamentos propostos nest post.

Mídias mais utilizadas

A maioria das instituições consideradas desenvolveu o respectivo portal, em consequência de uma pressão das tecnologias da informação e da comunicação, desde a última década do século passado.

De lá para cá tem sido atropelada pela quantidade de mídias que surgiram. Essa diversidade tem vantagens e desvantagens, para as atividades de Comunicação Social. A maioria mantém o portal, que favorece a manutenção da Intranet, para a comunicação com o público externo, juntamente com as mídias sociais.

Dentre as 11 mídias sociais mais utilizadas no Brasil, pelo menos quatro delas tem sido utilizadas pela maioria das instituições de proteção das pessoas e comunidades ao redor do mundo.

Na maioria das instituições de proteção das pessoas e comunidades ao redor do mundo, tem sido observado um certo padrão na arquitetura tecnológica estrutural, inclusive na utilização básica do FaceBook, Instagram; Whatsapp e o Youtube.

Então, outra decisão importante resulta da seguinte questão: quais mídias serão utilizadas?

Aplicação do uso das mídias sociais

Não basta ter uma mídia social. É preciso saber qual a finalidade, como manter e, principalmente, quais os benefícios institucionais consequentes.

Dentre muitas situações, destaco um exemplo muito simples:

Neste Pontopmfoi publicado o seguinte post:

Vítima de sequestro, em Campinas-SP, foi libertada pelos policiais militares paulistas

A mídia social que serviu de fonte foi o FaceBook da Polícia Militar do Estado de São Paulo, que é uma das maiores instituições de proteção das pessoas e comunidades ao redor do mundo. Verificou-se, então, que até o momento da edição daquela postagem havia 589 manifestações (de curtir, compartilhar e comentar) e 112 comentários relevantes.

Havia, portanto, muitos dados e informações que poderiam ser analisados com a finalidade de formalizar a desejável inteligência de negócios, indispensáveis à gestão da polícia ostensiva e preservação da ordem pública.

Observou-se, num simples detalhe, mas muito importante para instituições prestadoras de serviços, a tendência da opinião pública, a partir de alguns comentários publicados e destacados a seguir:

“Parabéns a equipe, excelente trabalho e que Deus os abençoe”;
“BOM DIA AOS NOSSOS HERÓIS DEUS OS ABENÇOE E OS LIVRE DE TODO MAL EM NOME DE JESUS AMÉM”;
“Meus parabéns Policiais guerreiros da sociedade de bem, que Deus abençoe todos vocês!”; “Parabens aos guerreiros do BAEP que obtiveram exito em libertar mais uma vítima das mãos dos marginais….Orgulho!!!”;
“Parabéns policiais! Moro ao lado do Campo Belo. Graças a vocês o rapaz foi salvo!”;
“Parabens a equipe, belo trabalho”; “Parabéns a gloriosa a sociedade de bem agradece”;
“1 BAEP REFERÊNCIA DA POLÍCIA MILITAR NA CIDADE DE CAMPINAS”;
“Parabéns aos Guerreiros da Polícia militar Deus esteja com vcs”;
“Parabéns Guerreiros e que Deus continue abençoando”;
“Parabéns aos envolvidos nessa missão”;
“Parabéns guerreiros Deus abençoe a equipe”;
“Parabéns PM de campinas”;
“Parabéns a equipe…”;
“Parabéns aos policiais envolvidos na ação”;
“Parabéns 1.BAEP. Valeu GUERREIROS”;
“Parabéns a equipe”;
“Parabéns”;
“Parabéns”;
“Sequestro é um dos crimes mais nojentos que existe, num país sério seria pena de morte ou perpétua, parabéns a equipe do BAEP”;
”Atenção polícia Militar do Estado de São Paulo, eu sou da Bahia e vi nesse facebook de uma vagabunda, marmita de bandido tripudiando da polícia Militar, mandei o link para vocês conferir, ela se diz de São Paulo e com nome Kessia Andrade, pode pesquisar”;
“Parabens para eles ,e a justica filha da puta deste Pais de bosta vao soltar rapidamente para os mesmo praticarem outros seguestros,em Paises descente estes lixo nem para delegacia ia”; “Parabéns pra vcs ótimo trabalho….vocês tinham que fazê uma patrulha no assentamento pontal dos buritis ….tem ladrões rodando por laaa ….vocês devia de ir laa fazê uma buscaa…pelo bem das famílias que moram laa….(******)”;
“Parabéns aos heróis que agiram com eficiência”;
“Bom trabalho heróis!!!!!”;
“a todos poliçias pelo ótimo trabalho”.

Ressalte-se que o modelo de avaliação praticado, nos últimos anos para avaliar a importância da instituição, no contexto da opinião pública, pode não traduzir a real situação. Tem prevalecido, e muito, resultados de estudos que se prestam a avaliar os serviços midiáticos, contrapondo-os às situações derivadas, da péssima gestão pública dos equipamentos de proteção, ou situações desviantes de maus profissionais.

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“Fire and Fury”: uma “super fofoca política” americana!

 

Causa certo rebuliço, ao redor do mundo, o Livro FIRE and FURY – INSIDE THE TRUMP WHITE HOUSE, de MICHAEL WOLFF.

Nas notas iniciais, o autor destacou:
A razão para escrever este livro não poderia ser mais óbvia. Com a inauguração de Donald Trump em 20 de janeiro de 2017, os Estados Unidos entraram em contato com a tempestade política mais extraordinária desde pelo menos Watergate. À medida que o dia se aproximava, eu me propus a contar esta história de forma tão contemporânea quanto possível e a tentar ver a vida na Casa Branca Trump através dos olhos das pessoas mais próximas(tradução livre do bloguista).

Na nota publicada da CBN, destacando a opinião da colunista econômica Monica de Bolle, foi citado que o:

Livro conta a história do que aconteceu nesse primeiro ano do governo Trump dentro da casa branca e diversas brigas do ex-estrategista chefe Steve Bannon com o restante dos assessores do presidente. O mais legal de ver no livro são as ideias nacionalistas e populistas de Bannon.

Ouça, a seguir, a opinião da Monica de Bolle:

Considerado o principal protagonista do Fire and Fury, Bannon deixou a Casa Branca, em agosto de 2017 e o Breitbard News.

Além disso, segundo os comentários de Monica de Bolle, da “super fofoca política”, tiram-se lições para os que pretendem candidatar-se a aos cargos de gestores públicos. Isso porque, não bastará ter lisura, nesses tempos de caça aos corruptos, é indispensável conhecer e saber o quê será gerido.

Com as informações da CBN e G1

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História do Sistema Integrado de Administração Financeira

De forma clara, correta e concisa, uma postagem do Tesouro Nacional descreve uma história do do Sistema Integrado de Administração Financeira (SIAFI).

Leia mais informações na postagem publicada e transcrita em seguida:

Até o exercício de 1986, o Governo Federal convivia com uma série de problemas de natureza administrativa que dificultavam a adequada gestão dos recursos públicos e a preparação do orçamento unificado, que passaria a vigorar em 1987 :
– Emprego de métodos rudimentares e inadequados de trabalho, onde, na maioria dos casos, os controles de disponibilidades orçamentárias e financeiras eram exercidos sobre registros manuais;
– Falta de informações gerenciais em todos os níveis da Administração Pública e utilização da Contabilidade como mero instrumento de registros formais;
– Defasagem na escrituração contábil de pelo menos, 45 dias entre o encerramento do mês e o levantamento das demonstrações Orçamentárias, Financeiras e Patrimoniais, inviabilizando o uso das informações para fins gerenciais;
– Inconsistência dos dados utilizados em razão da diversidade de fontes de informações e das várias interpretações sobre cada conceito, comprometendo o processo de tomada de decisões;
– Despreparo técnico de parte do funcionalismo público, que desconhecia técnicas mais modernas de administração financeira e ainda concebia a contabilidade como mera ferramenta para o atendimento de aspectos formais da gestão dos recursos públicos;
– Inexistência de mecanismos eficientes que pudessem evitar o desvio de recursos públicos e permitissem a atribuição de responsabilidades aos maus gestores;
– Estoque ocioso de moeda dificultando a administração de caixa, decorrente da existência de inúmeras contas bancárias, no âmbito do Governo Federal. Em cada Unidade havia uma conta bancária para cada despesa. Exemplo: Conta Bancária para Material Permanente, Conta bancária para Pessoal, conta bancária para Material de Consumo, etc.
A solução desses problemas representava um verdadeiro desafio à época para o Governo Federal. O primeiro passo para isso foi dado com a criação da Secretaria do Tesouro Nacional – STN, em 10 de março de 1986., para auxiliar o Ministério da Fazenda na execução de um orçamento unificado a partir do exercício seguinte.
A STN, por sua vez, identificou a necessidade de informações que permitissem aos gestores agilizar o processo decisório, tendo sido essas informações qualificadas, à época, de gerenciais. Dessa forma, optou-se pelo desenvolvimento e implantação de um sistema informatizado, que integrasse os sistemas de programação financeira, de execução orçamentária e de controle interno do Poder Executivo e que pudesse fornecer informações gerenciais, confiáveis e precisas para todos os níveis da Administração.
Desse modo, a STN definiu e desenvolveu, em conjunto com o SERPRO, o Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal – SIAFI em menos de um ano, implantando-o em janeiro de 1987, para suprir o Governo Federal de um instrumento moderno e eficaz no controle e acompanhamento dos gastos públicos.
Com o SIAFI, os problemas de administração dos recursos públicos que apontamos acima ficaram solucionados. Hoje o Governo Federal tem uma Conta Única para gerir, de onde todas as saídas de dinheiro ocorrem com o registro de sua aplicação e do servidor público que a efetuou. Trata-se de uma ferramenta poderosa para executar, acompanhar e controlar com eficiência e eficácia a correta utilização dos recursos da União.

Com as informações do Tesouro Nacional

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Mercadologia Interna ou Marketing Interno?

 

Você já pensou na questão ora proposta?

Por que usar o termo mercadologia e não marketing?

O termo que você utiliza, se é o mais adequado, será certamente uma das etapas da função da Comunicação Social, que é importantíssima nas atividades de polícia ostensiva e preservação da ordem pública.

Qual é o seu conhecimento e entendimento a respeito da Comunicação Social? Quais são as sub funções dessa importante função estratégica? Como são desenvolvidos os processos?

Se a polícia ostensiva e preservação da ordem pública é um mandamento constitucional brasileiro para todos os estados e Distrito Federal, na República Federativa do Brasil, a doutrina da Comunicação Social deve ser diversificada?

Há diversificação da ciência, para cada região brasileira?

Como estabelecer e compartilhar uma doutrina capaz de favorecer a polícia ostensiva e preservação da ordem pública.

Esses temas são do seu interesse? Escreva sobre eles. Este é um espaço próprio para a divulgação dos seus conhecimentos e compartilhamento de suas experiências exitosas.

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